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Posts Tagged ‘bizarro’

Cindy e o Ubuntu…

19 nov

Eu vou ter que confessar: meu vício em coisas relacionadas à computação é diretamente proporcional à minha capacidade de sofrer com erros bizarros. Por esses dias, resolvi dar uma nova chance ao Ubuntu, que eu havia desinstalado depois que ele desconfigurou minha conexão depois de uma atualização – eu aguento muita coisa, mas zoar minha conexão com a internet é brincar com a minha paciência! Mas quando o Windows Vista também desconfigurou algo depois de uma atualização – no caso, meus drivers USB, que eu só consegui recuperar depois de uma restauração do sistema, eu acabei me conformando: Cindy, a tecnologia odeia você, lide com isso. Aliás, até a minha mãe já percebeu que eu maltrato meus computadores. Pelo barulho. Pois é, meus computadores sempre são barulhentos. Eu tinha um desktop Dell que vivia assustando mamãe com sua super ventoinha verde escandalosa. Agora, meu pequeno notebook também tem um cooler que vive em trabalhos forçados. Embora, agora que eu parei para reparar, ele parece estar mais silencioso no Ubuntu… mas talvez seja só impressão. Mas, voltando ao caso, resolvi dar uma nova chance ao Ubuntu. Gracinha, reconheceu todos os drivers de primeira. Com exceção do teclado, que eu tive de configurar – mas, dos males o menor. E não foi algo exatamente difícil. desktop do ubuntu Essa é a tela inicial do bichinho. Percebam que eu ainda nem troquei o wallpaper. Mas já mudei o tema para um mais verdinho! Verde é bonito, vocês não acham? Embora eu ainda sofra com bugs bizarros, claro. Por exemplo, eu não posso mudar o som do notebook mexendo naquela simpática rodinha que tem ali do lado do teclado. O sistema simplesmente PIRA. Sério – eu não consigo mais abrir programas, se eu clico nos menus lá em cima nada acontece… piração completa. Só reiniciando para resolver. Que raios de bug bizarro é esse? É o tipo de coisa que você simplesmente… não espera. Mas enfim, eu quase nem uso aquela porcaria mesmo, dá para viver sem. De uma maneira geral, eu tenho a impressão de que ele roda mais "redondo" do que o Windows Vista, mas eu ainda nem comecei a programar direito nele, então ainda não tenho uma impressão confirmada… O fato é que ele é bem mais rápido para desligar do que o Vista. Eu sei, eu devo ser a primeira pessoa da face da terra a reclamar do tempo para DESLIGAR um sistema, mas era meio irritante quando eu precisava guardar o notebook para viajar e tinha de ficar esperando a boa vontade do Windows para encerrar o sistema. Eu ia no banheiro, lavava as mãos, voltava bem devagar para a minha mesa e lá continuava a maldita telinha de "encerrando o sistema". Sério, valha-me deus! E o tempo para iniciar também é mais rápido, pelo que eu percebi. Claro, tem o fato de que o Ubuntu não deve iniciar metade dos processos que o Vista inicia… o que é mais um ponto a favor do Ubuntu. Aliás, o Ubuntu mais recente, o 8.10, já vem com o Wubi no Live CD – para quem não sabe, trata-se de um utilitário para instalar o Ubuntu dentro do Vista, como se fosse um programa. Ou seja, nada de ficar criando partições extras. Se eu quiser me livrar do Ubuntu, é só ir em remover programas no Windows e desinstalar o Wubi. Simples, prático e eficiente. Ou coisa assim. Algumas coisas no Ubuntu são bastante charmosas… o Amarok é bem mais interessante do que o Songbird – que é legal, mas tem travamentos bizarros, e antes o Amarok do que, Deus me livre, algo como o iTunes. Muitos programas são muito simples de serem instalados, e você até pode escolher se quer usar o apt-get, o Synaptic ou simplesmente baixar e descompactar o arquivo e lidar com as dependências depois – eu instalei o Thunderbird da terceira maneira, e só precisei instalar uma mísera biblioteca para fazê-lo funcionar. Algumas coisas ainda chateiam, como o fato de muitas coisas ainda serem diretamente ligadas à linha de comando – e, mesmo quando existem alternativas gráficas, você normalmente encontrará explicações no modo texto quando for pesquisar no Google. Aliás, se o Linux concorre com o Windows hoje é por causa da sua comunidade… a usabilidade dele melhorou muito desde a primeira vez em que eu mexi nele, mas ele ainda tem muitos momentos "ok, comofas/", e só com o santo Google mesmo… alguma das 579835082357 respostas que o Google retorna quando você coloca a sua pergunta tem que ser a certa… foi com ele que eu descobri o que fazer quando o Amarok não queria ler mp3, por exemplo. Mas vou continuar com os dois sistemas – eu já conheço bem o suficiente esses danados para saber que de vez em quando um problema de horas em um sistema será resolvido em questão de minutos no outro… so, yeah.

 

Pensamentos soltos num sábado à tarde

12 abr

Por que eu raramente vejo discussões sobre gamedesign em português?

Sério. Os maiores fóruns de desenvolvimento de jogos que eu conheço (e que você também conhece, então, vou me poupar o trabalho de ir buscar os links), tem suas seções de programação (uma para cada linguagem! As seções de C e C++ costumam ser as mais lotadas.) repletas de tópicos e posts, enquanto que a seção de gamedesign fica às moscas.

As pessoas sentem mais necessidade de saber como mover um ponto dentro de um triângulo usando o algoritmo do que de discutir sobre o que faz um bom jogo.

Por quê?

Não há interesse em falar sobre isso? Todo mundo já sabe como fazer um bom jogo? Mesmo em blogs, os poucos blogs de desenvolvimento que eu leio, salvo um post ou outro, não falam muito em gamedesign. E algumas pessoas que eu conheço e converso de vez em quando tem bagagem para caramba para falar de gamedesign, já percebi que sabem para caramba só de ver alguns comentários ali, mas dificilmente as vejo conversar a respeito disso abrindo tópicos ou postando em seus blogs.

E por que tanta vontade de fazer as coisas no braço? Por que tanta insistência em fazer jogos 3D se fazer um BOM jogo 3D é 10x mais difícil do que fazer um BOM jogo em 2D? O que já não é fácil, diga-se de passagem. Eu entendo que algumas pessoas tenham interesse em serem modeladoras, então a escolha por fazer um jogo 3D parece óbvia. Mas… todo mundo cai nessa categoria? Meu deus, então como ainda pode faltar modeladores no nosso mercado?

Será que eu sou a única que tem calafrios com a aparência “genérica” da maioria dos jogos (nacionais ou não, já vi cada coisa em foruns estrangeiros) feitos em 3D sem um orçamento razoável? Claro, existem jogos 3D com uma aparência bastante característica, como De Blob (preguiça de buscar o link, vá. É sábado. O Google está logo ali na aba ao lado…), mas é mais uma exceção do que uma regra.

Prefiro 1.000 vezes um jogo BONITO em 2D do que um jogo 3D de aparência genérica. Mas, a considerar pelo que eu vejo por aí, devo ser a exceção das exceções.

Se a intenção de todas essas pessoas é trabalhar com isso, programando, por que não se dedicar mais a Flash e Java Mobile, que são as ferramentas/linguagens mais utilizadas no nosso mercado?

Sei lá, eu me sinto meio alien até mesmo em comunidades que eu deveria estar perfeitamente integrada, que são as comunidades de desenvolvimento de jogos.

Minha conta na Unidev tem uns 3 posts, acho.

Devo ser uma alien mesmo… devo ser uma das poucas pessoas brasileiras que se interessam pelo assunto e não quer trabalhar com isso.

Aliás, eu sou uma garota que curte programação, gamedesign, passa horas lendo a respeito de jogos e não tem a mínima intenção de trabalhar com isso, só de eventualmente fazer alguns joguinhos que ELA goste.

Sem mencionar que eu sou brasileira e estudo engenharia nas horas vagas. E estou finalmente aprendendo a mexer com desenho vetorial ;D

É oficial, eu sou um alien, admito.
EDIT: E para ver mais comentários aliens super legais, veja os comentários ;D Vini e Bocão, thanks for the insight! xD ;*

 

Se eu fosse um personagem de anime…

27 mar

Se eu fosse um personagem de anime, desses de olhos enormes e expressões copiosas, eu seria o alívio cômico. Por mais que eu goste de me ver como uma pessoa inteligente, de discussões interessantes e que gosta de ter uma visão mais profunda dos fatos, às vezes eu tenho a impressão de que sou uma dessas pessoas que está aqui para provar que o Criador tem senso de humor.

E por que eu digo isso? Bom, acho que eu preciso contar uma pequena história, sobre minha tendência a sofrer acidentes das maneiras mais absurdas possíveis.

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[Momento Twitter]

11 fev

Um dos termos utilizados para se chegar ao meu blog foi “tom cruiser de cueca”.

A idéia não é má, mas… WTF?!