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	<title>Disk Chocolate &#187; Gamedev</title>
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		<title>[Tutorial] Fazendo um jogo de memória em JavaScript (parte básica)</title>
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		<comments>http://diskchocolate.com/blog/2010/05/28/tutorial-fazendo-um-jogo-de-memoria-em-javascript-parte-basica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 18:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[videogame]]></category>
		<category><![CDATA[javascript]]></category>
		<category><![CDATA[joguinho]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoas   Eu queria ter postado esse tutorial já na semana passada, mas de lá para cá eu tive alguns problemas, e provas e, bom, acabei não programando nesses últimos dias. Em todo caso, esse tutorial vai explicar como fazer o joguinho básico que se encontra aqui, que eu havia mencionado no post [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoas <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Eu queria ter postado esse tutorial já na semana passada, mas de lá para cá eu tive alguns problemas, e provas e, bom, acabei não programando nesses últimos dias. Em todo caso, esse tutorial vai explicar como fazer o joguinho básico que se encontra <a href="http://diskchocolate.com/projetos/jogo_memoria/">aqui</a>, que eu havia mencionado no <a href="http://diskchocolate.com/blog/2010/05/17/meu-primeiro-jogo-em-javascript/">post anterior</a>. Eu quero fazer algumas adições a ele, colocar mais algumas funcionalidades mas, em todo caso, eu achei que seria legal fazer o tutorial para o básico e depois fazer outros pequenos tutoriais sobre as outras funcionalidades.</p>
<p>Esse tutorial não requer que você saiba muito de JavaScript e/ou jQuery, mas ter alguma noção ajuda, e já ter programado também. Não é muita coisa para explicar, então eu vou tentar explicar tudo com detalhes para ajudar quem também está aprendendo JavaScript e/ou jQuery, OK? <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>De qualquer maneira, eu ainda estou aprendendo a escrever tutoriais, embora já tenha escrito alguns, então eu sempre posso esquecer de falar algo importante&#8230; se for o caso, pode perguntar nos comentários que eu respondo e, se possível, melhoro o tutorial, ok? <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-1139"></span></p>
<h1>O Esqueleto da Aplicação: HTML e CSS</h1>
<p>Como não é feito nada de muito avançado nem no HTML nem no CSS, vamos apenas dar uma olhada rápida na estrutura dos dois, ok? <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

<div class='easySpoilerWrapper'>

<table class='easySpoilerTable' border='0' style='text-align:center;' align='center' bgcolor='FFFFFF'>

<tr><th class='easySpoilerTitleA'  style='text-align:left;vertical-align:middle;font-size:120%'>Clique em 'mostrar' para ver o HTML</th>
<th class='easySpoilerTitleB'  style='text-align:right;vertical-align:middle;font-size:100%'><INPUT type='button' id='spoilerDiva978001_action' class='easySpoilerButton' value="Mostrar" onclick='wpSpoilerToggle("spoilerDiva978001",true,"Mostrar","Esconder");' align='right'></th>
</tr>

<tr><td class='easySpoilerRow' colspan='2'><div><div id=spoilerDiva978001 class='easySpoilerSpoils' style='display:none; white-space:wrap; vertical-align:middle;'>
</p>
<pre class="brush:xml">&lt;!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN""http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;
&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;
&lt;head&gt;
&lt;meta name="generator" content="HTML Tidy, see www.w3.org" /&gt;
&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" /&gt;
&lt;title&gt;Jogo da Mem&amp;oacute;ria em JavaScript&lt;/title&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="lib/jquery/jquery-1.3.2.js"&gt;&lt;/script&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="scripts/jogo.js"&gt;&lt;/script&gt;
&lt;link type="text/css" rel="stylesheet" href="styles/styles.css" /&gt;
&lt;/head&gt;
&lt;body&gt;
&lt;h1&gt;Jogo da Mem&amp;oacute;ria em JavaScript&lt;/h1&gt;
&lt;div id="mesa-de-jogo"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="texto-tentativas"&gt; Tentativas: &lt;div id="tentativas"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/body&gt;
&lt;/html&gt;</pre>
<p>
</div></div></td></tr>
</table>
<div class='easySpoilerConclude'><table class='easySpoilerTable' border='0' style='text-align:center;' frame='box' align='center' bgcolor='FFFFFF'><tr><th class='easySpoilerEnd' style='width:100%'></th><td class='easySpoilerEnd' style='white-space:nowrap;' colspan='2'></td></tr><tr><td class='easySpoilerEnd' colspan='2'></td></tr></table></div>
</div>

<p>Como vocês podem ver, a parte HTML desse joguinho é realmente BEM simples. Só quero ressaltar alguns detalhes:</p>
<ol>
<li>São inseridos dois scripts: o script do jQuery, e o script do jogo. A ordem é importante, já que eles são carregados em ordem &#8211; se o jogo.js estivesse sendo carregado primeiro ele daria erro.</li>
<li>Estão vendo esses &#8220;div&#8221; no corpo da página? Sem entrar em aspectos técnicos, eu gosto de imaginá-los como marcações, um quadradinho colorido. Mais tarde eu vou mexer nesses &#8220;div&#8221; via CSS e via javascript e vou chamar o elemento cujo ID é mesa-de-jogo e o div certo vai ficar levantando os braços dizendo &#8220;me usa, me usa, sou eu, sou eu!&#8221; (imaginação fértil: eu tenho).</li>
<li>A parte de tentativas não está na página atual, apenas no arquivo do meu PC, mas é algo bem simples. Se você quiser implementar as tentativas, use esse div, senão, não use.</li>
</ol>
<p>O CSS tem mais alguns detalhes, mas também é bastante simples:</p>

<div class='easySpoilerWrapper'>

<table class='easySpoilerTable' border='0' style='text-align:center;' align='center' bgcolor='FFFFFF'>

<tr><th class='easySpoilerTitleA'  style='text-align:left;vertical-align:middle;font-size:120%'>Clique em 'mostrar' para ver o código CSS</th>
<th class='easySpoilerTitleB'  style='text-align:right;vertical-align:middle;font-size:100%'><INPUT type='button' id='spoilerDiv564c8002_action' class='easySpoilerButton' value="Mostrar" onclick='wpSpoilerToggle("spoilerDiv564c8002",true,"Mostrar","Esconder");' align='right'></th>
</tr>

<tr><td class='easySpoilerRow' colspan='2'><div><div id=spoilerDiv564c8002 class='easySpoilerSpoils' style='display:none; white-space:wrap; vertical-align:middle;'>
</p>
<pre class="brush:css">body {	background-color:#363636;}
h1 {	color:#84C1C3;	text-align:center;	font-family:sans-serif;}
.carta img:hover {	cursor:pointer;}
.carta img {	margin:5px;}
.carta {	display:inline;}
#mesa-de-jogo {   display: block;   text-align:center;}
#texto-tentativas {	text-align:center;	color:#84C1C3;	font-family:sans-serif;}
#tentativas {	display:inline;}</pre>
<p>
</div></div></td></tr>
</table>
<div class='easySpoilerConclude'><table class='easySpoilerTable' border='0' style='text-align:center;' frame='box' align='center' bgcolor='FFFFFF'><tr><th class='easySpoilerEnd' style='width:100%'></th><td class='easySpoilerEnd' style='white-space:nowrap;' colspan='2'></td></tr><tr><td class='easySpoilerEnd' colspan='2'></td></tr></table></div>
</div>

<p>Novamente, nada de muito impressionante, apenas alguns detalhes para deixar a página mais &#8220;bonitinha&#8221;. Olhando em cada elemento, nós podemos ver:</p>
<ol>
<li>body é a página em si, foi definido só para colocar uma cor de fundo</li>
<li>h1 é o título, definido aqui apenas para definir cor, alinhamento e fonte (ou melhor, a família da fonte mas, enfim)</li>
<li>Esse &#8216;.carta img:hover&#8217; dita o comportamento de quando o mouse está sobre (hover) uma imagem (elemento img) que esteja aninhado em um elemento da classe &#8216;carta&#8217;. Ou seja, isso será aplicado apenas a imagens desta categoria. Neste caso não faz muita diferença, já que as únicas imagens da página são aquelas do jogo, mas vale pela organização. Esse estilo serve para mudar o cursos do mouse para &#8220;pointer&#8221;, para indicar que é possível interagir com aquelas cartas.</li>
<li>Nesse caso, em &#8220;.carta img&#8221; estamos definindo um estilo para as cartas, nesse caso, uma margem de 5 pixels para elas não ficarem &#8220;grudadas&#8221; umas nas outras.</li>
<li>As duas linhas definindo o estilo de carta e mesa-de-jogo servem para que as cartas fiquem juntas&#8230; se você não definir nada, as cartas vão ficar uma em cada linha, o que não ficaria muito bonito :p Inicialmente eu havia usado tabelas para organizar isso, mas assim o código fica mais limpo (a parte de Javascript não tem de se preocupar com essa parte de layout, o que é importante). Ou seja, a mesa de jogo mostra seus elementos &#8220;filhos&#8221; em um bloco, e as cartas que estão dentro da mesa de jogo estão configuradas para serem mostradas &#8220;inline&#8221;, ou seja, serem colocadas na mesma linha e não em uma nova linha, como seria padrão em um div.</li>
<li>Bom, o text-tentativas e o tentativas não tem nada de diferente e, novamente, só são usados se você quiser fazer uma linha sob as cartas com o número de tentativas do jogo.</li>
</ol>
<p>Uma nota sobre # e . : essas são dois marcados, usados tanto no CSS quando para manipular DOM. # serve para ID e . para classe. Não é difícil de imaginar que ID é um identificador único de um elemento na página, não é mesmo? E classe, por outro lado, pode ter vários elementos em uma página. É o caso de #mesa-de-jogo e .carta: só existe uma mesa de jogo, mas varias cartas, daí se usar mesa-de-jogo como ID e carta como classe.</p>
<p>A diferença pode não parecer relevante, mas existem diversas funções que encontram um elemento com um ID, por exemplo, como o document.getElementById(), que vai retornar um único elemento.</p>
<p>E isso encerra a parte de HTML e CSS. Agora, vamos para a parte divertida: Javascript e jQuery! <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h1>Javascript e jQuery: montando a lógica do jogo</h1>
<p>Então, nós temos um esqueleto em HTML e CSS, mas do jogo nós ainda não temos absolutamente nada, não é mesmo? É aí que entra a parte de JavaScript e jQuery. O código é bastante simples e eu fiquei em dúvida de por onde começar a explicar&#8230; até ter a brilhante idéia de começar explicando&#8230; por onde eu comecei <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>(eu tenho umas sacadas geniais, eu sei)</p>
<p>Então, a primeira coisa que eu fiz foi mostrar as cartas na tela ao abrir a página:</p>
<pre class="brush:js">$(function (){
	mesa_de_jogo.linhas = 2;
	mesa_de_jogo.colunas = 4;
	for (linha=1;linha&lt;=mesa_de_jogo.linhas;linha++)
	{
		for (coluna=1;coluna&lt;=mesa_de_jogo.colunas;coluna++)
		{
			$("&lt;div class='carta'&gt;&lt;img&gt;&lt;/img&gt;&lt;/div&gt;").bind("click",function(){ mudarCarta(this);}).appendTo("#mesa-de-jogo");
		}
		$("#mesa-de-jogo").append("&lt;br&gt;");

	}
	novoJogo();

});</pre>
<p>Por onde começar? Bom, essa função de jQuery, simplesmente $( function () { coisas } ) é carregado assim que o DOM é carregado. Ou seja, esse é, essencialmente, o nosso Main().</p>
<p>Serão colocadas 8 cartas, em duas linhas e quatro colunas, como pode ser visto em mesa_de_jogo.linhas e mesa_de_jogo.colunas. mesa_de_jogo é um objeto que eu criei, apenas para guardar esses dois valores de maneira significativa. Na primeira versão eu usei simplesmente as variáveis linhas e colunas e não faz diferença.</p>
<p>O primeiro for percorre as linhas, e o segundo for percorre as colunas, colocando cada carta na página. O código responsável por adicionar a carta à página é este:</p>
<pre class="brush:js">$("&lt;div class='carta'&gt;&lt;img&gt;&lt;/img&gt;&lt;/div&gt;").bind("click",function(){ mudarCarta(this);}).appendTo("#mesa-de-jogo");</pre>
<p>A cifra é o &#8220;seletor&#8221;, a grande ferramente de jQuery: permite que eu faça inúmeras coisas com os objetos do DOM de maneira muito mais prática que usando Javascript puro.</p>
<h1>DOM?</h1>
<p>Eu suponho que muitos aqui já saibam o que é DOM, mas vamos a uma explicação simples para aqueles que não sabem: trata-se de uma &#8220;árvore&#8221; de elementos. Uma página HTML é montada como se fosse uma árvore, cujo tronco principal é o &#8220;html&#8221;, os dois primeiros grandes galhos são &#8220;head&#8221; e &#8220;body&#8221; e daí vão se acrescentando mais galhos e folhas a esta árvore. Por exemplo, a árvore deste nosso jogo poderia ser representada assim (só coloquei os ramos referentes à parte de carta e mesa de jogo, para simplificar):</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1156" title="arvore" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/arvore.png" alt="árvore DOM" width="486" height="461" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Eu até tentei desenhar como uma árvore, para ficar mais fácil de visualizar <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mexer com HTML/CSS/JS basicamente envolve mexer bastante com essa árvore, mexendo nos ramos, adicionando folhas, etc. No caso, com</p>
<pre class="brush:js">$("&lt;div class='carta'&gt;&lt;img&gt;&lt;/img&gt;&lt;/div&gt;")</pre>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Consolas, Monaco, 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"><span style="line-height: 18px; white-space: pre;"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: small;"><span style="line-height: 19px; white-space: normal;">Nós criamos um ramo, com o elemento carta, e que possui uma folha chamada img. Ao colocar isso dentro de $() nós podemos realizar operações sobre esse ramo mais facilmente.</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Consolas, Monaco, 'Courier New', Courier, monospace; font-size: small;"><span style="line-height: 18px; white-space: pre;"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: small;"><span style="line-height: 19px; white-space: normal;">Por exemplo, após a linha acima nós temos a seguinte função:</span></span></span></span></p>
<pre class="brush:js">.bind("click",function(){ mudarCarta(this);})</pre>
<p>O que isso faz? Basicamente faz uma conexão com o ramo. Bind funciona com .bind(evento, função). Neste caso, estamos dizendo que ao ocorrer o evento &#8220;click&#8221; sobre o ramo supracitado deve ser chamada a função mudarCarta(). &#8220;this&#8221; é passado como parâmetro da função, para que a função saiba qual carta foi clicada.</p>
<p>(Veremos essa função mudarCarta() mais tarde, calma, mas já é possível imaginar o que ela faz, não?).</p>
<p>Ou seja, já temos um ramo &#8220;carta&#8221;, que possui um evento de clique atrelado a ele. Porém, este ramo AINDA não está na árvore do documento. Ela ainda precisa ser anexada a algum elemento já existente da árvore do documento. No caso, nós queremos anexar esse ramo ao ramo &#8220;mesa-de-jogo. e a função .appendTo(elemento) faz isso. Agora, é possível entender totalmente o que faz a linha principal dessa parte do programa, não?</p>
<pre>$("&lt;div class='carta'&gt;&lt;img&gt;&lt;/img&gt;&lt;/div&gt;").bind("click",function(){ mudarCarta(this);}).appendTo("#mesa-de-jogo");</pre>
<p>Feito isso você irá perceber que por enquanto são apenas elementos&#8230; embora exista o elemento img, ele não tem o atributo &#8220;src&#8221;, ou seja, ele não está ligado a nenhuma imagem. Isso e outras inicializações são feitas na função novoJogo(), que é chamada depois que os dois laços for são executados e todas as cartas já estão na árvore do documento:</p>
<pre class="brush:js">function novoJogo(){
	cartaLadoB.sort(function() {return 0.5 - Math.random()});
	$(".carta img").attr("src","images/carta.png");
	pares_restantes = pares;
	tentativas = 0;
	$("#tentativas").text(tentativas);
}</pre>
<p>O que essa função faz? Basicamente, quatro coisas:</p>
<ol>
<li>Embaralha as cartas</li>
<li>Define a imagem do fundo da carta</li>
<li>Diz quantos pares faltam para terminar o jogo</li>
<li>Reseta o número de tentativas</li>
</ol>
<h1>Embaralhando as Cartas</h1>
<p>Essa parte de embaralhar as cartas é feita com uma única linha:</p>
<pre class="brush:js">cartaLadoB.sort(function() {return 0.5 - Math.random()});</pre>
<p>cartaLadoB é um array que eu define com o nome das imagens dos pares. No caso, no início do documento javascript eu a declaro da seguinte forma:</p>
<pre class="brush:js">var cartaLadoB =
		["bear2-card.png","bear-card.png","leaf-card.png","leaf2-card.png",
		 "bear2-card.png","bear-card.png","leaf-card.png","leaf2-card.png"];</pre>
<p>A função sort é a responsável por &#8220;embaralhar&#8221; esse array. Se eu simplesmente chamada cartaLadoB.sort() esse array seria ordenado em ordem alfabética, mas .sort() é uma função de JavaScript MUITO BACANINHA que te permite dizer COMO você quer organizar o array.</p>
<p>Basicamente, você passa uma função que pode retornar &lt; 0, 0 ou &gt; 0, e  o sort organiza os elementos de acordo. Se você comparar os elementos a e b e retornar &lt; 0, a função irá definir que a deve vir antes de b, se &gt; 0, b deve vir antes de a, e se for 0 eles são considerados iguais e suas posições não mudam. Sabendo disso, é possível fazer uma infinidade de funções para fazer os mais diferentes tipos de ordenamento (como fazer uma função para ordenar pelo primeiro nome de um objeto Pessoa, por exemplo).</p>
<p>Para fazer um ordenamento aleatório, nós temos a seguinte função: function () { return 0.5 &#8211; Math.random() }.</p>
<p>Math.random() retorna um número aleatório entre 0.0 e quase 1 (não chegando a, exatamente, 1). Desta maneira, há uma chance de 50% deste número ser maior do que 0.5 e 50% de ser menor do que 0.5. Ao fazer o retorno de 0.5 &#8211; Math.random() há, portanto, uma chance de 50% do resultado ser maior do que 0, e 50% deste número ser menor do que 0. Ou seja, a ordenação de cada dois elementos é definida aleatoriamente, que é o que nós queríamos <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h1>Alterando um atributo da carta</h1>
<p><a href="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/carta.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1163" title="carta" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/carta.png" alt="carta" width="150" height="200" /></a></p>
<p>Nós já vimos como criar uma &#8220;folha&#8221; da árvore, mas muito de Javascript não consiste em criar esta folha e colocá-la no documento, mas também modificá-la conforme necessário.</p>
<p>Por exemplo, ao criarmos o elemento &#8220;img&#8221; nós não definimos seu atributo src, e agora? Para isso, nós podemos alterar atributos de qualquer ramo a qualquer hora, selecionando-o conforme necessário. E melhor, podemos mexer um atributo para todos os elementos de um determinado tipo, se for necessário. Por exemplo:</p>
<pre>$(".carta img").attr("src","images/carta.png");</pre>
<p>Aqui o que nós estamos selecionando são os elementos img que estejam sob o ramo &#8220;carta&#8221;. TODOS os elementos, veja que não há nenhuma restrição como first, last ou qualquer outra coisa. Então, nós podemos mexer em todos os elementos de uma só vez. E então nós usamos a função .attr(atributo,valor_do_atributo) para modificar um atributo de todos esses elementos. No caso, nós estamos definindo que o atributo src deve receber o valor &#8220;images/carta.png&#8221; que é o endereço do fundo da carta.</p>
<p>Aqui cabe uma ressalva: eu recomendo NÃO fazer como eu fiz e colocar esse endereço hardcoded como eu fiz. Crie uma variável e coloque o valor dela conforme for necessário, e use esta variável aqui. É que mais tarde você vai fazer uma comparação com este endereço e eu perdi algum tempo até perceber que o erro que eu estava tendo se devia ao fato de ter colocado um espaço a mais em um dos endereços da imagem. Vivendo e aprendendo :p</p>
<p>Os outras linhas se referem a definir que o número de pares que devem ser encontrados para terminar o jogo é o número total de pares do jogo, e depois se atribui que o número de tentativas é zero, e se atribui esse valor ao ramo &#8220;tentativas&#8221; da árvore. Pronto, temos um novo jogo.</p>
<p>Exceto que, por enquanto, ele não faz nada além de mostrar algumas cartas bonitinhas na tela. E agora?</p>
<h1>A função mudarCarta()</h1>
<p>Esta é a função responsável por mudar a carta quando ela é clicada:</p>
<pre class="brush:js">function mudarCarta(elemento){
	if ( ($(elemento).find("img").attr("src") == "images/carta.png" ) &amp;&amp; (wait == 0))
	{
		$(elemento).find("img").attr("src", "images/" + cartaLadoB[$(".carta").index(elemento)]);
		if (!is_segunda_carta) {
			primeira_carta = elemento;
			is_segunda_carta = true;
		} else {
			segunda_carta = elemento;
			wait = 1;
			setTimeout(verificaPar,700);
		}
	}
}</pre>
<p>E aí, deu para perceber o que ela faz? <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Elemento é a carta que foi clicada, que é passada como parâmetro desta função. A primeira coisa que é verificada é se é o fundo que está aparecendo, para evitar que alguém fique clicando numa imagem que já foi virada, e também verifica se o jogo não está esperando (wait == 0). Esperando pelo que? Calma, já vamos ver.</p>
<p>Se o jogo não estiver esperando e o jogador tiver clicado numa carta que ainda não foi virada, então é verificado qual a ordem da carta que foi clicada, para alterar para a imagem de acordo com que foi definido no array cartaLadoB. Novamente, vamos analisar esta linha de código com calma:</p>
<pre>$(elemento).find("img").attr("src", "images/" + cartaLadoB[$(".carta").index(elemento)]);</pre>
<p>Primeiro, nós pegamos o elemento e obtemos sua folha &#8220;img&#8221;, para então alterar seu atributo src. Ou seja, até <em>$(elemento).find(&#8220;img&#8221;).attr(&#8220;src&#8221;, </em>&#8230; está tranquilo entender, de acordo com que nós já vimos. É importante notar que .find() também é um seletor, logo, ele irá retornar todos os elementos que estejam de acordo com os parâmetros. No caso, teremos um único elemento img sendo retornado pois cada carta possui um único ramo chamado img.</p>
<p>E a imagem é definida de acordo com o array cartaLado B, de acordo com &#8220;images/&#8221; + cartaLadoB[$(".carta").index(elemento)]. O índice desejado do array é o índice da carta na lista de cartas da página. Mas como saber isso? Para isso, novamente usaremos seletores: primeiro selecionamos todos os elementos de classe carta com $(&#8220;.carta&#8221;) e então verificamos, nesta seleção, qual é o índice desse elemento que foi clicado com index(element0). Pronto, temos o índice correto da imagem a ser exibida <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Feito isso, temos que verificar se esta foi a primeira carta clicada, ou seja, apenas deixe a carta exposta ali, ou se já é a segunda carta, para verificarmos o par e desvirar as duas cartas se for necessário.  Isso é feito com o if (!is_segunda_carta) (que também poderia ser um if (is_primeira_carta), se você preferir :p), sendo que is_segunda_carta é uma variável booleana definida no início do documento javascript como false.</p>
<p>Se for a primeira carta, nós armazenamos esta carta como primeira_carta, para depois fazermos a comparação e, se for o caso, desvirá-la, e então mudamos a variável is_segunda_carta para que a próxima carta verifique o par conforme necessário.</p>
<p>Se já for a segunda carta, nós armazenamos essa carta na variável segunda_carta, definimos que devemos entrar em modo de espera (falei que iria explicar, não falei? :]) e chamamos a função verificaPar depois de 700 milissegundos. A função setTimeout faz justamente isso: chama uma determinada função, depois de um tempo pré-determinado. Algumas observações importantes sobre a função setTimeout, essa função malandra:</p>
<ol>
<li>você deve passar o NOME da função a ser chamada, e não invocá-la, por isso colocamos verificaPar e não verificaPar(). Se for necessário passar parâmetros, crie uma função anônima ali mesmo, com function() { funcaoQueVoceQuerChamar(parametros,que,voce,quiser);}.</li>
<li>setTimeout não PÁRA o funcionamento ali. Ele joga a função para ser executada depois e continua executando as instruções do código. No caso, eu não coloquei nada depois de setTimeout mas, se existisse algo, esse algo seria executado antes de verificaPar ser executado.</li>
</ol>
<p>Por causa desse tempo de espera eu criei a tal variável wait &#8211; ela está ali só para o jogador não ficar clicando nas cartas nesse tempo de espera. E a função é chamada só depois de 700 milissegundos para dar tempo do jogador ver a carta antes que ela seja desvirada.</p>
<h1>A função verificaPar()</h1>
<p>Estamos quase acabando, amiguinhos <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mas ainda falta o mais importante para o jogo funcionar: ele já vira as cartas, e tudo o mais, mas ainda não consegue verificar se você acertou o par ou não. E é aí que entra a última função desse joguinho, a verificaPar <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<pre class="brush:js">function verificaPar(){
	is_segunda_carta = false;
	if ( $(segunda_carta).find("img").attr("src") == $(primeira_carta).find("img").attr("src"))
	{
		pares_restantes--;
	} else {
		$(segunda_carta).find("img").attr("src","images/carta.png");
		$(primeira_carta).find("img").attr("src","images/carta.png");
	}
	tentativas++;
	$("#tentativas").text(tentativas);
        wait = 0;
        if (pares_restantes == 0) {
		novoJogo();
	}
}</pre>
<p>Eu acho que aqui, mesmo que no início você não soubesse nada de jQuery e Javascript, você já consegue entender o que esse código faz, não? <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mas, claro, como eu gosto de explicar as coisas (sério, eu ainda não sei se é uma coisa boa eu explicar tudo nos mínimos detalhes em todo tutorial&#8230; eu tento deixá-los claros e fáceis de ler, estou conseguindo amiguinhos? Ou só estou conseguindo fazer tutoriais enormes? :p), vamos olhar o que esse código está fazendo para não restar nenhuma dúvida.</p>
<p>Primeiro, nós definimos que a próxima carta não será uma segunda carta, isto é, is_segunda_carta volta a ser false. Depois, verificamos se a imagem mostrada na primeira e na segunda cartas são iguais.</p>
<p>Se forem iguais, é um a menos que o jogador deve encontrar.</p>
<p>Se fore diferentes, desvira as duas cartas, isto é, muda a imagem de volta para o fundo da carta.</p>
<p>No caso aumenta-se o número de tentativas e atualiza o número de tentativas mostrado na página no ramo &#8220;tentativas&#8221;.</p>
<p>Wait é definido como zero, isto é, o jogador pode voltar a clicar nas cartas.</p>
<p>Se não houverem mais pares a serem encontrados, isto é, pares_restantes for igual a zero, o jogo terminou e, portanto, deve-se iniciar um novo jogo.</p>
<p>E, é isso <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Só para verificar, eu não cheguei a colocar explicitamente todas as variáveis que eu declarei no início de jogo.js, então aqui vão todas elas:</p>
<pre class="brush:js">var pares = 4;
var cartaLadoB =
		["bear2-card.png","bear-card.png","leaf-card.png","leaf2-card.png",
		 "bear2-card.png","bear-card.png","leaf-card.png","leaf2-card.png"];
var pares_restantes;
var is_segunda_carta = false;
var primeira_carta;
var segunda_carta;
var wait = 0;
var tentativas;
var mesa_de_jogo = new Object;</pre>
<p>Lembrando que elas devem ser declaradas no início do documento (&#8230;eu acho).</p>
<p>E, bom, é isso, agora vocês tem um super hiper mega incrível demais estupendo fenomenal joguinho de memória, feito por vocês mesmos <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  UAU EIN <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Aliás, sacanagem da semana foi eu estar toda empolgada com meu joguinho da memória e o Google me AVACALHAR com o joguinho do Pac-man feito em Javascript. Vou te contar, viu :p</p>
<p>Mas estou com o código salvo aqui <a href="http://github.com/macek/google_pacman">(encontrei aqui)</a> e vou estudá-lo com calma&#8230; não parece complexo, mas está bastante longo e foram usado algo para diminuir o tamanho do arquivo, acho, e várias variáveis estão com uma única letra como identificador, so, yeah.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Meu primeiro jogo em&#8230; JavaScript?</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2010/05/17/meu-primeiro-jogo-em-javascript/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 14:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[videogame]]></category>
		<category><![CDATA[ajax]]></category>
		<category><![CDATA[inkscape]]></category>
		<category><![CDATA[javascript]]></category>
		<category><![CDATA[jogo-memoria]]></category>
		<category><![CDATA[jquery]]></category>
		<category><![CDATA[meu-jogo]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi   Quem me acompanha no meu twitter já deve ter percebido que eu estava fazendo um joguinho em JavaScript (algumas pessoas até me ajudaram com algumas dúvidas, meus amiguinhos do twitter são demais 8D). Agora eu terminei uma primeira versão e estou oferecendo aqui para vocês testarem.
Conheçam o meu hiper, mega, suuuuper&#8230; jogo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Quem me acompanha no<a href="http://www.twitter.com/princessmiwi"> meu twitter</a> já deve ter percebido que eu estava fazendo um joguinho em JavaScript (algumas pessoas até me ajudaram com algumas dúvidas, meus amiguinhos do twitter são demais 8D). Agora eu terminei uma primeira versão e estou oferecendo aqui para vocês testarem.</p>
<p>Conheçam o meu hiper, mega, suuuuper&#8230; jogo de memória. Feito em JavaScript. Com gráficos feitos por mim no<a href="http://www.inkscape.org/"> Inkscape</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diskchocolate.com/projetos/jogo_memoria/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1133" title="jogo_memoria" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/jogo_memoria.png" alt="Jogo da memória" width="449" height="349" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A questão é que eu me diverti bastante fazendo esse joguinho, então talvez eu faça mais alguns em JavaScript <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  O legal é que eu fiz ele em um único fim de semana&#8230; claro, se eu já conhecesse mais de JavaScript e JQuery eu provavelmente faria bem mais rápido, e se eu não fosse tão enrolada também&#8230; (gastei algumas horas escolhendo a IDE e deixando ela mais personalizada para o meu gosto&#8230; :p). Mas enfim. Para alguém com <a href="http://www.tdah.org.br/oque01.php">TDAH</a> é muito revigorante conseguir terminar alguma coisa, então eu estou bem feliz <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: left;">Eu vou tentar colocar mais alguns detalhes nele (como número de tentativas e talvez a opção de escolher quantos pares terá o jogo), mas o jogo em si está pronto e vocês podem testá-lo<a href="http://diskchocolate.com/projetos/jogo_memoria/"> aqui</a> ou clicando na imagem acima.</p>
<p style="text-align: left;">Eu vou fazer um post explicando como eu fiz o jogo, para aqueles que também tiverem algum interesse em jogos feitos em Javascript/jQuery, mas estou colocando o jogo para vocês jogarem e me avisarem se ainda tem algum bug e tal <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  e se tiverem alguma dúvida, que aí eu já lembro de explicar no tutorial. De qualquer maneira, vocês já podem fuçar no jogo se quiserem, já que o código está disponível e você pode até mexer nele se tiver alguma ferramente de desenvolvimento web no seu browser.</p>
<p style="text-align: left;">(E sim, estou numa segunda-feira bem feliz por conta disso :] )</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Duas Dicas de Livros Com Desconto</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2010/04/14/duas-dicas-de-livros-com-desconto/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 00:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[apress]]></category>
		<category><![CDATA[deal]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[oreilly]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, isso é só uma notícia rápida da programadora amaldiçoada (já que eu tenho uma relação de amor e ódio com programação, juro):
Duas editores bastante grandes de livros técnicos, a Apress e a O&#8217;Reilly, colocam todos os dias um dos livros do seu catálogo pelo preço promocional de 10 dólares.
Os livros da O&#8217;Reilly são oferecidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, isso é só uma notícia rápida da programadora amaldiçoada (já que eu tenho uma relação de amor e ódio com programação, juro):</p>
<p>Duas editores bastante grandes de livros técnicos, a <a href="http://apress.com/info/dailydeal">Apress</a> e a<a href="http://oreilly.com/store/index.html"> O&#8217;Reilly</a>, colocam todos os dias um dos livros do seu catálogo pelo preço promocional de 10 dólares.</p>
<p>Os livros da O&#8217;Reilly são oferecidos em três formados: PDF, ePub e Mobi, todos sem DRM. Já a Apress apenas disponibiliza um PDF protegido por senha.</p>
<p>Em todo caso, eu recomendo vocês se cadastrarem nos feeds dos dois (Assine o da O&#8217;Reilly<a href="http://feeds.feedburner.com/oreilly/ebookdealoftheday"> aqui</a> e o da Apress <a href="http://page2rss.com/rss/94554196ae806d69a392d18e1ec05ab0">aqui</a>) para ficar de olho quando aparecer algo interessante.</p>
<p>Hoje eu acabei comprando o <a href="http://apress.com/book/view/1590593561">Dive Into Python</a> da Apress e o <a href="http://oreilly.com/catalog/9780596521950/">Learning XNA 3.0 </a>da O&#8217;Reilly.</p>
<p>O Learning XNA eu comprei hoje, mas o deal é de ontem, então se você vir isso e se interessar, corre que o cupom deve estar expirando. Para comprar o Dive Into Python com desconto, basta ir na página do<a href="http://apress.com/info/dailydeal"> Daily Deal </a>e clicar em Purchase e o resto é uma compra normal. Já o Learning XNA você coloca no carrinho e usa o cupom de desconto DDLXN que o desconto aparece no Checkout.</p>
<p>Bom, é isso, se vocês não conseguirem aproveitar esses deals, sempre vale se inscrever nos feeds para aproveitar a próxima oportunidade. <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E se você também está interessado em aprender Python, vale conferir o<a href="http://www.openbookproject.net//thinkCSpy/"> How to Think Like a Computer Scientist</a>, que também é bem bacana e é gratuito.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>UPDATE:</strong> Como o Mark Pilgrim é um cara muito legal, o Dive Into Python <a href="http://www.diveintopython.org/">é distribuído de graça</a>. Embora eu esteja me sentindo retardada por só ter visto isso agora, bom, eu não estou me sentindo tão mal porque o livro é realmente muito bom e ele deve receber pelo trabalho bem feito :p</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por Onde Anda a Cindy?</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2010/04/05/por-onde-anda-a-cindy/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 01:40:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[vida pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cindy está aprendendo a modelar no Maya&#8230;


Fazendo, por exemplo, esse capacete que é mostrado no Getting Started do Maya e que eu deixei com umas cores assim, meio Halo.
A Cindy está&#8230; ultimamente bastante doente, primeiro com uma gripe horrível e depois com uma crise de sinusite. Mas estou melhorando, e tomara que eu não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cindy está aprendendo a modelar no Maya&#8230;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1054" title="capacete_verde" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/capacete_verde.jpg" alt="Capacete verde modelado no Maya" width="334" height="402" /></p>
<p>Fazendo, por exemplo, esse capacete que é mostrado no Getting Started do Maya e que eu deixei com umas cores assim, meio Halo.</p>
<p>A Cindy está&#8230; ultimamente bastante doente, primeiro com uma gripe horrível e depois com uma crise de sinusite. Mas estou melhorando, e tomara que eu não pegue mais nenhuma doença que perder quase duas semanas de aula por doença logo no início do semestre não foi divertido.</p>
<p>A Cindy está aprendendo a fazer pixel art&#8230;</p>
<p><span id="more-1053"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1055" title="bonequinho" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/bonequinho.png" alt="" width="126" height="233" /></p>
<p>Mas a Cindy se irritou com o mouse e comprou um tablet e continuou a desenhar&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1056" title="goomba" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/goomba.png" alt="" width="512" height="512" /></p>
<p>Mas aí ela percebeu que não levava muito jeito para desenho livre e voltou para o look retrô de pixel art&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1057" title="cute_pie3" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/cute_pie3.png" alt="Pink blob" width="119" height="203" />De repente, ela resolveu que com seus mínimos conhecimentos de programação e desenho ela poderia tentar fazer um joguinho&#8230; enquanto se prepara para fazer seu sonhado RPG&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1058" title="red_rennt" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/red_rennt.png" alt="" width="94" height="90" />Mas, sempre devagar e sempre parando para se empolgar com projetos diferentes, provavelmente vai demorar para sair esse jogo, mesmo ele sendo pequeninho&#8230;</p>
<p>Mas o que importa é que a Cindy está feliz <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que eu não sinto medo em jogos?</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2010/03/19/por-que-eu-nao-sinto-medo-em-jogos/</link>
		<comments>http://diskchocolate.com/blog/2010/03/19/por-que-eu-nao-sinto-medo-em-jogos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 18:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[videogame]]></category>
		<category><![CDATA[dead-space]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[fear]]></category>
		<category><![CDATA[gamedesign]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou uma medrosa, uma tremenda paranóica. Sou assim desde sempre, na realidade &#8211; se algo não ia de acordo com minhas expectativas, minha mente já começava a maquinar mil explicações terríveis. Eu me lembro que minha mãe sempre ia me buscar no final das aulas, e ela sempre foi muito pontual.
O problema é quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou uma medrosa, uma tremenda paranóica. Sou assim desde sempre, na realidade &#8211; se algo não ia de acordo com minhas expectativas, minha mente já começava a maquinar mil explicações terríveis. Eu me lembro que minha mãe sempre ia me buscar no final das aulas, e ela sempre foi muito pontual.</p>
<p>O problema é quando ela se atrasava. Não, nunca aconteceu comigo aquelas cenas de filmes, da criança sozinha na escola depois que todo mundo já foi embora, com cara de &#8220;minha mãe esqueceu de mim, ela não me ama&#8221;. Falo coisa de cinco, dez minutos. Quinze quando muito. Eu começava a olhar os carros passando e começava a imaginar que uma desgraça havia acontecido, que a mãe havia batido o carro e não poderia vir me buscar. Que ela estava machucada. Que alguém mau havia ameaçado ela.</p>
<p>Aí, uns trinta segundos depois, mamãe aparecia e eu ia saltitando para o carro e ia embora.</p>
<p>A coisa ficava pior quando eu via filmes de terror. Eu demorei semanas para voltar a dormir direito depois que vi O Chamado no cinema. O pior é que eu fui ver de trouxa, um amigo falou que era bom, achei que era suspense e fui lá. Depois eu fechava os olhos e via cenas do filme se repetindo na minha cabeça.</p>
<p>E porque eu estou dizendo tudo isso, vocês poderiam se perguntar. Para que vocês saibam que eu sou medrosa, e que ainda assim sou incapaz de sentir medo com jogos. Não que eu nunca leve sustos mas, como vocês já devem ter percebido, não é muito difícil eu levar sustos: se eu estiver lendo e alguém me cutucar, eu provavelmente vou gritar e dar um pulo. Eu levo sustos quando coisas aparecem do nada, e eu até gosto disso, é divertido. Mas não é medo, não é nada perto disso.</p>
<p><span id="more-1022"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1024" title="Dead_Space_01_abraco" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/Dead_Space_01_abraco.jpg" alt="Vem cá, me dá um abraço, tô carente..." width="512" height="288" /></p>
<h2>Medo e Consequência</h2>
<p>Medo e susto para mim são coisas completamente diferentes. E se jogos tem tido realmente algum sucesso na arte de dar sustos, na arte de dar medo&#8230; nem tanto.</p>
<p>Medo para mim é aquela eterna tensão em virar aquela esquina, em descobrir logo como fazer um puzzle&#8230; medo EXIGE consequência e, francamente, jogos não tem sido muito bons em lidar com consequências.</p>
<p>Eu normalmente jogo correndo para todos os lados sem me preocupar muito porque, se eu morrer, o que vai acontecer? Eu vou voltar uma ou duas salas? Quer dizer&#8230; e daí? Demon&#8217;s Souls ainda chega perto de ter alguma consequência mas, francamente, depois que você se acostuma a jogar sem seu corpo, você se importa menos em perder seu corpo, e depois que aprende a &#8220;farmar&#8221; almas você percebe que é rápido conseguir almas indo nos lugares certos. Mesmo um dos jogos mais &#8220;sacanas&#8221; dos últimos tempos ainda sabe quando parar em termos de &#8220;consequência&#8221; para o jogador &#8211; embora eu ainda esteja meio chateada comigo mesma por ter assassinado o NPC vendedor de flechas sem querer, mas tudo bem, isso não vem ao caso.</p>
<p>O caso é que, com tantos save points e &#8220;dicas&#8221; no decorrer do jogo, fica difícil ficar realmente preocupado. Ah, se eu não conseguir agora, consigo daqui a pouco.</p>
<p>Mas não seria apenas uma questão de diminuir os save points &#8211; isso certamente aumentaria a tensão, mas não o medo. &#8220;Ah, se eu morrer e tiver de refazer os últimos quinze minutos&#8230; bom, talvez eu desligue o videogame e tente de novo amanhã porque eu cansei.&#8221;</p>
<p>O que faria você ter medo? Eu não sei responder a essa pergunta com precisão, simplesmente porque eu não tenho nenhum exemplo para me basear. Mas, imaginando como eu me comporto com outras mídias, eu diria que eu preciso me preocupar com o que vai acontecer. É o mínimo. É preciso existir a expectativa de que algo ruim pode acontecer &#8211; como morrer no próximo corredor por conta de um zumbi gigante.</p>
<p>Mas embora isso seja o suficiente para dar um susto, para que esse susto se transforme em medo efetivo é necessário um outro detalhe: que seja irreversível. Afinal, como eu vou ter medo de algo que eu posso me livrar apenas dando um reload?</p>
<h2>Medo e a Irreversibilidade</h2>
<p>Isso é algo muito presente em filmes de terror: você está lá e SABE que algo ruim vai acontecer, mas não há absolutamente nada que você possa fazer a respeito. Pessoas vão ser torturadas, vão sofrer e morrer e rebobinar o filme não vai mudar isso. A tensão vai se construindo à medida que percebemos que algo ruim irá acontecer, até culminar com o susto e o fato.</p>
<p>Nos jogos, não há a irreversibilidade na maioria dos casos, a menos quando previsto no roteiro do jogo.</p>
<p>Ou seja, se escolhe: ou é irreversível, ou é evitável.</p>
<p>Há exceções, claro &#8211; dentre os jogos mais recentes, há o tão falado &#8220;Heavy Rain&#8221;, no qual certos personagens podem de fato morrer em certas passagens, e a história irá seguir sem eles. Mas isso está mais para a exceção que confirma a regra do que qualquer outra coisa.</p>
<p>Existem várias maneiras de coisas ruins acontecerem e o jogo prosseguir &#8211; por exemplo, alguém querido para o personagem principal pode morrer se você não chegar a tempo, você pode perder equipamentos importantes, ou pode ter de mudar o rumo de uma missão&#8230;</p>
<p>Em filmes, não é incomum que personagens secundários sejam mortos para imprimir mais medo e tensão à trama, e os jogos de certa maneira vem tentando imitar isso.</p>
<p>O problema, no ritmo frenético de um jogo, é se importar com a morte de um &#8220;NPC&#8221;, por mais cruel que ela seja.</p>
<h2>Medo e a Empatia</h2>
<p>Digamos que você tenha um cãozinho no seu jogo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1028" title="cute-puppy-pictures-sorry-eyes" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/cute-puppy-pictures-sorry-eyes.jpg" alt="E se você me deixar morrer no jogo, VOCÊ vai se sentir culpado!" width="450" height="427" /></p>
<p>E ele fique contigo, mas de repente ele pode morrer. E se morrer vai ser sua culpa! Eu mencionei um cãozinho porque a maioria das pessoas se apega à animais com relativa facilidade, especialmente a filhotes como o da foto acima.</p>
<p>Mas enfim, digamos que você tenha um companheiro no jogo e de fato se apegue a ele &#8211; e não fique secretamente torcendo para o imbecil morrer de maneira lenta e dolorosa, como ocorre em Resident Evil 5.</p>
<p>E que a fragilidade dele se transforme em medo de que ele possa morrer a qualquer momento. Afinal, você tem armas e sabe correr, mas e um filhote? Uma criança? Alguém que simplesmente não pertence àquele meio de tensão?</p>
<p>Novamente, há de se ter cuidado &#8211; essa fragilidade por vezes se transforme em &#8220;cuide desse ser retardado e incapaz de cuidar de si próprio para continuar a fase&#8221;. Tipo Resident Evil 4 e a filha do presidente &#8211; não há empatia, não há vontade de cuidar. Há apenas o desejo de que aquela parte do jogo acabe logo para você não ter mais de cuidar daquela adolescente que não sabe nem fugir de zumbis.</p>
<p>No caso de Resident Evil 4, essa falha se dá tanto pelo fato de não existir esforço para que o jogador se apegue à garota, e também pelo fato de sua morte ser sempre reversível no jogo &#8211; ela morreu? Tem problema não, só voltar para o último checkpoint.</p>
<p>Difícil seria terminar o jogo tendo de lidar com suas falhas &#8211; &#8220;é, eu consegui me salvar&#8230; mas a que custo?&#8221;.</p>
<p>Criar empatia em jogos de videogame, no entanto, não é facil. Mas há alternativas. Por exemplo, digamos que você controle um homem, e que ele possua uma namorada. E em certo ponto você pode morrer, falhar miseravelmente, e nesse caso você poderia continuar o jogo com a namorada. Como mostrar o peso disso para o jogador? Uma parte do desafio foi facilitada, já que usualmente é mais fácil para o jogador ter alguma empatia com o personagem que controla, mas como mostrar isso ao jogador de forma a gerar medo?</p>
<h2>Medo e o Roteiro</h2>
<p>De certa forma, causar medo em jogos é um desafio tão grande quanto causar qualquer outra emoção. Mas o medo, graças aos filmes de terror,  tem suas caracterísitas já bem conhecidas: a tensão, o susto, a irreversibilidade, a fragilidade. E, francamente, a considerar os filmes de terror, não é preciso o melhor roteiro do mundo para imprimir medo às pessoas. Ou seja, o medo pode ser a emoção ideal para uma mídia que ainda está aprendendo a mostrar emoções e a mostrar roteiros primorosos.</p>
<p>Até certo ponto, uma vez que o medo seja melhor compreendido nas mídias interativas, sua implementação pode passar a ser semi-trivial, tal como a tensão de um jogo de ação, ou como os sustos são hoje mostrados nos ditos jogos de terror.</p>
<p>Ainda assim, não consigo me lembrar de um único jogo cujo roteiro tenha me feito sentir medo. Vocês saberiam dizer algum jogo no qual vocês já sentiram medo?</p>
<p>Esse post surgiu de mensagens trocadas no twitter, quando alguém mencionou que tinha medo de Bioshock e suas criancinhas feias. Eu comecei a perguntar sobre jogos que davam medo e, embora eu não tenha jogado todos os mencionados, como Fatal Frama, outros eu já joguei e, francamente, não consegui sentir medo, como Dead Space e F.E.A.R..</p>
<p>Mas, quem sabe um dia?</p>
<p>E, por outro lado, sabendo como eu sou realmente medrosa, será que eu quero MESMO sentir medo em um jogo? Hmmm, é de se pensar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que eu não consigo fazer jogos?</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2010/03/04/por-que-eu-nao-consigo-fazer-jogos/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 03:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um post que surgiu de uma crise existencial bastante séria pela qual eu estou passando, e que me levou a rever algumas prioridades na minha vida.
Mas antes de entrar no mérito de jogos, eu preciso contar um pouco sobre mim &#8211; sobre sonhos que eu tenho desde criança.
Eu sempre gostei de histórias. Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um post que surgiu de uma crise existencial bastante séria pela qual eu estou passando, e que me levou a rever algumas prioridades na minha vida.</p>
<p>Mas antes de entrar no mérito de jogos, eu preciso contar um pouco sobre mim &#8211; sobre sonhos que eu tenho desde criança.</p>
<p>Eu sempre gostei de histórias. Eu sempre gostei de CONTAR histórias.</p>
<p>Certa vez, estava com alguns primos em um aniversário de família, quando alguém propôs uma brincadeira: uma pessoa se encarregava de contar uma história, que deveria contar as palavras ditas pelo resto das pessoas na mesa. Eventualmente só eu ficava contando histórias (bizonhescas, claro) envolvendo coisas como fogões e sorvetes. Eu ADORAVA, eu me divertia com a sensação de estar criando uma história naquele exato momento, de estar contando um pedaço de alguma coisa de maneira tão impulsiva.</p>
<p>A maior parte de vocês mal conhece esse meu lado, claro &#8211; pode até achar que eu escrevo bem no blog, mas não faz idéia de como eu escrevo HISTÓRIAS.</p>
<p>Minha culpa, na realidade &#8211; desde que eu entrei para a faculdade, e isso já faz quatro anos, eu não tenho mais conseguido escrever histórias. Bom, o que eu posso dizer? A faculdade tem me consumido tanto nos últimos anos que eu simplesmente não conseguia me colocar para escrever minhas histórias. Não é apenas uma questão de TEMPO, mas de ESPÍRITO &#8211; eu chegava em casa cansada e minha cabeça simplesmente se recusava a produzir mais e mais. Minha cabeça precisa de pelo menos um pouco de ócio criativo, e eu simplesmente não tenho tido isso nos últimos anos.</p>
<p>E eu acabei me deixando levar&#8230; e me interessei por jogos, e entrei no mesmo ciclo vicioso&#8230;</p>
<p><span id="more-1019"></span></p>
<p>Eu começava, me empolgava, mas antes que eu conseguisse colocar as coisas no lugar, as peças nos eixos, alguma outra coisa chamava a minha atenção, chegava a época de provas da faculdade, e lá ia mais um projeto para o fundo da gaveta&#8230;</p>
<p>Ah, foram anos de &#8220;Hello Worlds&#8221; que ecoaram, solitários&#8230;</p>
<p>Mas, sabem, eu já levei muito tapa na cara por conta disso. Já perdi um ano da faculdade por conta de escolhas das quais hoje me arrependo. Ou melhor, hoje me arrependo da própria escolha de faculdade: veja bem, o que diabos eu estou fazendo numa faculdade de engenharia se o que eu gosto de fazer é contar histórias? Mas eu acho que quatro anos eu não tinha certeza disso.</p>
<p>Ou melhor, eu sabia disso, mas não sabia o que fazer: não existe uma faculdade para quem &#8220;gosta de contar histórias&#8221;, mesmo o curso de Cinema da UFSC não é voltado a essa parte, até onde eu sei. Então eu simplesmente fui para um curso que tinha coisas interessantes a serem aprendidos &#8211; afinal, eu também sou uma tremenda nerd, como vocês já devem ter percebido.</p>
<p>Mas quatro anos depois eu começo a achar que não há mais muito que eu queira aprender aqui, e ao mesmo tempo&#8230; como largar a faculdade a essa altura do campeonato? Como largar a faculdade e dizer &#8220;olha, bacana, mas agora no final do curso eu descobri que não é bem isso que eu quero&#8221;? Mais do que desapontar os outros, eu estaria me desapontando. Porque eu tenho a impressão de que sou aquela que nunca termina as coisas?</p>
<p>Por que aquela pilha de projetos nas gavetas se acumulam? Por que as idéias na minha mente se aglomeram?</p>
<p>Veja bem, eu sou inteligente o suficiente para fazer um jogo. Sou aplicada, detalhista, persistente. Sei contar histórias, criar personagens.</p>
<p>Mas na hora de começar a colocar isso para funcionar&#8230; eu simplesmente acho outra coisa para fazer, algo mais interessante, um jogo novo.</p>
<p>Porque, claro, sempre tem um jogo novo. Uma prova na faculdade. E novas idéias. E de repente&#8230; eu não consigo levar meus projetos adiante. E não há GTD que ajude quando eu não sei quanto eu posso exigir de mim mesma.</p>
<p>Se exijo demais, fico estressada &#8211; e eu já sou suficientemente estressada por conta da faculdade, mind you.</p>
<p>Se não exijo o suficiente, o projeto não anda e&#8230; vai para a gaveta.</p>
<p>Eu até já pensei em tentar criar um grupo de estudos para tentar ter um grupo que me mantivesse motivada, mas&#8230; será que dá certo? Eu não sei. Sem alguém para guiar&#8230; fica realmente difícil, ainda mais em uma área tão complexa quanto a de criar jogos.</p>
<p>E até conseguir resolver isso, fico aqui&#8230; falando sobre jogos e apreciando histórias, quando o que eu realmente quero é criar, histórias e jogos.</p>
<p>Mas, quem sabe um dia eu consiga, quando eu conseguir lidar com a minha mente, quando eu conseguir lidar com o turbillhão que se encontra em minha mente&#8230;</p>
<p>Até lá, fico com minhas crises existenciais que se abatem sobre mim a cada quinze dias&#8230;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Retrospectiva 2009 de uma gamer</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2009/12/21/retrospectiva-2009-de-uma-gamer/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 02:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[vida pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoal. Pois é, creio que alguns devem ter pensado que eu havia abandonado de vez o blog, já que a última atualização tem alguns meses. Bom, a questão é que eu tive alguns problemas nesse semestre, e estava tão envolvida com a faculdade e com meus estágios que nem tive cabeça e/ou tempo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, pessoal. Pois é, creio que alguns devem ter pensado que eu havia abandonado de vez o blog, já que a última atualização tem alguns meses. Bom, a questão é que eu tive alguns problemas nesse semestre, e estava tão envolvida com a faculdade e com meus estágios que nem tive cabeça e/ou tempo para atualizar o Disk Chocolate, e eu nem queria fazer um post só para dizer &#8220;estou sem tempo, atualizo quando puder&#8221; :p</p>
<p>Mas meus trabalhos terminaram (aqueles, porque já estou com outra bolsa de pesquisa, mas, enfim), eu finalmente entrei de férias e, bom, voltei a jogar.</p>
<p>Bem a tempo de aproveitar as ótimas promoções de final de ano do Steam e de outros sites de games, diga-se de passagem &#8211; é a época de todo gamer universitário ser tremendamente infeliz e feliz ao mesmo tempo&#8230; feliz porque compra vários jogos a um fração dos preços originais, infeliz porque no final acaba gastando uma nota de tanto comprar jogos.</p>
<p>Ainda bem que os títulos mais recentes dessas promoções não me interessavam, então acabei comprando vários jogos na faixa de 2 a 10 dólares, hahahaha.</p>
<div id="attachment_909" class="wp-caption alignnone" style="width: 346px"><a href="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/cindu_jogandops3_s.jpg"><img class="size-full wp-image-909  " title="cindu_jogandops3_s" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/cindu_jogandops3_s.jpg" alt="Cindy jogando videogame" width="336" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">E você, que achava que só nerds gordinhos faziam essa cara quando estão jogando...</p></div>
<p>Bom, eu preciso dizer que essa é uma retrospectiva do que foi para 2009 em termo de jogos PARA MIM. Ou seja, tô nem aí se estiver comentando de jogo que foi lançado ano passado e só comprei em promoção esse ano.</p>
<h1>Notícia do Ano para a Cindy</h1>
<h2>The Pandora Directive no GOG.com</h2>
<div id="attachment_910" class="wp-caption alignnone" style="width: 372px"><a href="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/pandora.jpg"><img class="size-full wp-image-910 " title="pandora" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/pandora.jpg" alt="Caixa de The Pandora Directive" width="362" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">E achei a capa que eu tinha na internet... igualzinha <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Sim, é sério. Tex Murphy: The Pandora Directive é um dos jogos que mais marcou a minha infância, junto com Zelda: Ocarina of Time. Ao contrário de Zelda, porém ,esse jogo nunca foi tão conhecido ou prestigiado, tendo se tornado meu xodó no decorrer dos anos.</p>
<p>Sabem o quanto eu gostei desse jogo? Eu zerei ele umas três vezes.</p>
<p>Isso pode soar pouco impressionante para alguns, mas atentem para o fato de que:</p>
<ol>
<li>O jogo é razoavelmente grande, e com seus seis CDs cheios de vídeos, você precisa fazer algumas várias trocas no decorrer do jogo.</li>
<li>Eu acho que é possível contar nos dedos da mão os jogos que eu terminei mais do que uma vez. E eu acho que se juntar com os dedos do pé eu conto quantos jogos eu já terminei. É muito difícil para mim terminar o jogo, sempre tem algo novo chamando a minha atenção e eu acabo perdendo o interesse pelo outro jogo&#8230;</li>
</ol>
<p>Ou seja, terminar um jogo mais do que uma vez, para mim, é um feito e tanto. Esse é o tanto que eu gosto desse jogo, dos seus diálogos, dos personagens, dos cenários, dos puzzles (e do fato do jogo ser bonzinho com aquela criança noob, ajudando-a a passar pelos puzzles difíceis 8D). O jogo tem 7 finais e, obviamente, nunca vi todos eles.</p>
<p>Trata-se de um jogo de um gênero praticamente morto nos dias de hoje: aqueles adventures point-and-click com filmes estrelados por atores de verdade. Convenhamos, hoje é mais fácil e bonito renderizar os personagens de uma vez e esses jogos são considerados &#8220;bregas&#8221; hoje em dia.</p>
<p>A história girava em torno do seu personagem, um detetive que sempre se dá mal, que pega um caso de uma pessoa desaparecida&#8230; que eventualmente leva a cenas envolvendo&#8230; aliens, garotas, sorvete, palhaços, e gadgets do futuro para lá de esquisitos. E um templo maia, se isso não estava suficiente bizarro para você.</p>
<p>Se você jogar o jogo hoje, provavelmente vai achá-lo meio brega mesmo mas, sinceramente&#8230; é daqueles jogos da infância, que marcam não importa o quanto você amadureça depois.</p>
<p>Desde que o GOG foi lançado eu ficava torcendo para eles lançarem esse jogo, porque eu já tinha arranhado os CDs, e eles já rodavam mal e porcavamente no Windows XP, que dirá no Windows Vista/7&#8230;</p>
<p>E, eventualmente, eles lançaram o jogo. Eu lembrei que sai pulando, comecei a rir feito criança, abri um sorriso enorme&#8230; sério, essa foi a notícia do ano para mim, sem sombra de dúvida. Na data ele ainda não estava disponível, apenas o jogo anterior, o Under a Killing Moom, mas saber que em breve eu poderia ter meu querido jogo de novo&#8230; por falta de tempo, novamente, só estou baixando o jogo agora, mas só de saber que eu tenho como jogar esse jogo de novo já me deixa imensamente feliz.</p>
<p>Diabos, estou com um sorriso enorme só de escrever sobre isso <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h1>Jogo do ano para a Cindy</h1>
<h2>Beyond Good and Evil (2003)</h2>
<div id="attachment_912" class="wp-caption alignnone" style="width: 233px"><a href="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/Bge-win-cover.jpg"><img class="size-medium wp-image-912" title="Bge-win-cover" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/Bge-win-cover-223x300.jpg" alt="Beyond Good and Evil - capa" width="223" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Jade! *_* Coolest reporter ever!</p></div>
<p>Quando eu falei que eu tenho a tendência a descobrir os jogos só anos depois vocês não acreditam em mim, né? Mas na época do lançamento desse jogo eu provavelmente já estava sem meu Game Cube e não curtia muito aventuras no PC ou seja, só fui a descobrir essa maravilha dos jogos alguns anos mais tarde, por algumas recomendações aqui e ali, um precinho convidativo no Steam&#8230;</p>
<p>Esse jogo fez com que eu me sentisse jogando Ocarina of Time de novo &#8211; a sensação maravilhosa de ter um mundo enorme para explorar, muitas coisas para fazer, dungeons com puzzles e inimigos interessantes&#8230; os chefões com padrões repetitivos!</p>
<p>E a história desse jogo é fantástica! É simples e complexa na medida certa, com personagens interessantes e carismáticos&#8230; aliás, a própria Jade é uma personagem muito legal e cheia de iniciativa, como já é possível perceber logo no início do jogo.</p>
<p>Joguei algumas horas no PC do meu namorado e, que horas prazeirosas foram essas! Agora baixei o jogo no meu notebook e pretendo recomeçar meu jogo nas férias&#8230; vai ser muito bom re-encontrar a Jade <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h1>Jogo Que Marcaram o Ano da Cindy</h1>
<h2>Plants Vs Zombies</h2>
<p>Sério, preciso comentar? Só demorei para comprar porque eu sou uma tremenda pão-dura que ficou esperando uma promoção para comprar o jogo por 5 dólares, mas já pelo demo eu já percebi que o jogo vale seus 10 dólares.</p>
<p>Conte com a PopCap para fazer esses malditos joguinhos casuais e viciantes. Com direito a musiquinha nonsense e um zumbi do Michael Jackson.</p>
<h2>Mass Effect</h2>
<p>Depois de muito espernear, resolvi comprar o jogo por 50 reais de tanto ouvir falar bem.</p>
<p>E que jogão, ein?! Diálogos interessantes, viagens espaciais&#8230; sério, adorei DEMAIS. Ainda não zerei, aliás, estou bem no começo, mas&#8230; eu lembro de ficar jogando e pensando &#8220;PQP QUE JOGO FODA&#8221;. Eu adoro ficção científica, diálogos, FPS com RPG&#8230; o que eu não poderia gostar, não é mesmo? <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Era exatamente o tipo de jogo que eu amo e que eu teria comprado no lançamento se eles tivessem disponibilizado um maldito demo desse jogo :p</p>
<h2>Osmos</h2>
<p>Joguinho indie comprado por 2.50 dólares no Steam. Eu ainda vou fazer um post sobre ele: ele se disfarça de jogo zen, com aquele visual azul e música new age, mas é um daqueles jogos que te deixa com os nervos à flor da pele quando você deixa sua esfera ser engolida pela milésima vez após um movimento mal calculado.</p>
<h1>E o Que a Cindy Pretende Jogar nas férias?</h1>
<p>Graças ao Steam e alguns outros sites, eu tenho alguns vários jogos de PC para começar&#8230; e alguns de videogame para terminar, rs.</p>
<h2>Star Wars: Knights of the Old Republic</h2>
<p>Depois de muito ouvir falar bem, resolvi gastar meus preciosos 2.50 dólares para comprar esse jogo. Claro, poderia ser Star Trek, mas não se pode ter tudo, não é mesmo? :p</p>
<h2>Machinarium</h2>
<p>A promoção não veio pelo Steam, como eu esperava, mas pelo próprio site dos desenvolvedores&#8230; comprei ele e Samorost 2 por 10 dólares, junto com as respectivas trilhas sonoras. Esse jogo me impressionei MUITO com seu demo, com seu visual super exótico e diferente e pelos puzzles no nível CERTO de dificuldade&#8230; fáceis o bastante para você não arrancar os cabelos e ir na internet buscar a solução, mas difíceis o bastante para você se sentir feliz consigo mesmo quando consegue resolvê-lo.</p>
<p>E a trilha sonora é bacanérrima, também, e o robozinho do jogo consegue ser carismático mesmo sem dizer absolutamente nada, é incrível!</p>
<h2>Tex Murphy: The Pandora Directive</h2>
<p>Estou terminando de baixar o jogo, pretendo zerá-lo mais algumas vezes, hahaha. Espero que dessa vez eu consiga terminar o jogo sem dicas! ;p</p>
<h2>Fallout 3</h2>
<p>Finalmente terei tempo para jogá-lo <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Em breve eu espero conseguir baixá-lo&#8230; eu espero :p</p>
<h2>Overlord</h2>
<p>Amei o demo, esperei promoção para comprar, agora eu vou jogar e ser feliz <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>(Percebem o padrão de pão-durismo de ficar esperando o preço baixar? Pior que sempre foi assim, eu esperei anos para comprar Grim Fandango por 20 ou 30 reais, sendo que eu o queria desde que foi lançado por 100 reais&#8230;)</p>
<h1>Bônus</h1>
<h2>Comprei Bioshock por 5 dólares esse ano</h2>
<p>Eu sei, vocês morrem de inveja ;D Mas vocês ainda podem comprá-lo por 10 dólares no <a href="http://www.direct2drive.com/2/4645/product/Buy-BioShock-Download">Direct2Drive</a>, se correrem.</p>
<h2>Videocast: O que vocês acham?</h2>
<p>Eu adoro editar vídeos, então fiquei pensando&#8230; ein, eu poderia fazer um videocast. Vou ver se gravo um piloto na casa dos meus avós, mas&#8230; alguém quer me ajudar e sugerir temas? xD</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>OjE &#8211; Olímpiada de Jogos Digitais e Educação: Uma Boa Iniciativa para Jogos Educativos</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2009/08/11/oje-olimpiada-de-jogos-digitais-e-educacao-uma-boa-iniciativa-para-jogos-educativos/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 15:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[educativos]]></category>
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		<description><![CDATA[[Essa matéria já deveria ter saído há um mês, mas com um final de projeto da faculdade e as férias... bom, eu acabei tirando férias do blog para relaxar minha mente e só estou voltando agora. Prometo tentar atualizar o blog mais frequentemente agora   ]

Criar jogos educativos costuma ser um desafio e tanto:  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Olimpiada_chave.action"></a><em>[Essa matéria já deveria ter saído há um mês, mas com um final de projeto da faculdade e as férias... bom, eu acabei tirando férias do blog para relaxar minha mente e só estou voltando agora. Prometo tentar atualizar o blog mais frequentemente agora <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ]</em></p>
<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Index.action"><img class="alignleft" title="Logo Oje" src="http://img12.imageshack.us/img12/624/oje.gif" alt="Logo Oje" width="192" height="126" /></a></p>
<p>Criar jogos educativos costuma ser um desafio e tanto:  como exercer o equilíbrio entre ter um jogo divertido e ainda assim educativo? Como estimular as crianças a jogarem um jogo educativo? Sem falar que se trata de algo extremamente multidisciplinar mesmo dentro da área de jogos, que já é multidisciplinar por natureza: é necessário ter pessoas voltadas para a parte educativa, para a parte de interface, para a parte de jogos&#8230;</p>
<p>Ainda assim, existem aqueles que aceitam essa desafio, e alguns desses conseguem um bom resultado, avançando as pesquisas e os esforços na área. Um desses casos é o <a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Index.action">OjE, a Olímpiada de Jogos Digitais e Educação</a>, que está na sua 2a edição em Pernambuco. A 1a edição foi um &#8220;piloto&#8221;, realizada com um menor número de escolas participantes, e como a idéia deu certo, essa 2a edição conta com um grande número de participantes: mais de 2.000 equipes, com mais de 18.000 alunos! Um salto e tanto da primeira edição, que contava com 135 equipes e cerca de 1.000 alunos.</p>
<p>Como qualquer olímpiada, a OjE busca estimular uma competição saudável para ver quem será a equipe vencedora, no qual as equipes ganham pontos através de diversos jogos educativos. Essa segunda edição já está em sua reta final, e está sendo um sucesso &#8211; mas isso só é possível devido à coodernação de todas as partes envolvidas: os professores, que receberam instruções para usar os jogos e as atividades da Olímpiada em sala de aula, os desenvolvedores, por trabalharem para proporcionar uma experiência de jogo agradável, coerente e educativa, o governo por fomentar  e levar essa Olímpiada até as escolas.<span id="more-899"></span></p>
<p>Para os professores, existem documentos no site oficial com sugestões de como levar os jogos e os temas para a sala de aula, e para os alunos o site é constantemente atualizado com dicas para os jogos, informações, além de ter um ranking atualizado para as equipes, que são divididas entre ensino fundamental e médio.</p>
<p>Os jogos são divididos, basicamente, em dois tipos: os &#8220;mini-jogos&#8221; e um grande quiz, que envolve um passeio ao redor do mundo. Segue uma olhada rápida nos mini-jogos:</p>
<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Olimpiada_riolimpo.action"><img class="alignnone" src="http://img38.imageshack.us/img38/3615/operacaoriolimpo.gif" alt="Operação Rio Limpo" width="216" height="102" /></a></p>
<p>Operação Rio Limpo, como o nome pode sugerir, é um mini jogo ecológico, que busca mostrar aos alunos noções sobre reciclagem de materiais.</p>
<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Olimpiada_imuno.action"><img class="alignnone size-full wp-image-902" title="imuno" src="http://diskchocolate.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/imuno.gif" alt="imuno" width="214" height="101" /></a></p>
<p>Esse é um jogo que eu gostaria de ter jogado quanto estava no ensino médio: você controla uma micronave que entra no organismo de uma pessoa que não leva uma vida saudável e que possui diversas doenças &#8211; com isso, o aluno aprende sobre os orgãos dos seres humanos, e sobre diversas doenças, como Meningite, problemas respiratórios, etc. Eu certamente teria aprendido mais, já que eu sempre tive uma certa dificuldade com Biologia &#8211; até hoje eu tenho problemas para lembrar o que certos orgãos fazem ou onde ficam exatamente.</p>
<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Olimpiada_chave.action"><img src="http://img90.imageshack.us/img90/2905/chavedosmundos.gif" alt="" width="215" height="99" /></a></p>
<p>Esse é para manter viva a tradição do Pernambuco, já que mostra seu folclore atrás de um &#8220;jogo de detetive&#8221;, onde você é um fantasminha que deve impedir o Comedor de Fígados de vir para o nosso mundo. Eu preciso dizer que esse é outro jogo cuja idéia eu adorei &#8211; afinal, eu praticamente não conheço o folclore pernambucano e, bom, fantasmas são uma gracinha.</p>
<p>(Ademais, Comedor de Fígados é um nome legal por demais para um vilão)</p>
<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Olimpiada_planetarios.action"><img class="alignnone" src="http://img249.imageshack.us/img249/1720/planetario.gif" alt="" width="216" height="105" /></a></p>
<p>Um jogo de exploração espacial, onde você está atrás de um planeta para habitar, já que o seu planeta natal foi destruído. Eu chamaria o Spock para ajudar, mas acho que ele não esta disponível como membro da tripulação :p</p>
<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Olimpiada_machina.action"><img class="alignnone" src="http://img30.imageshack.us/img30/8778/machina.gif" alt="" width="213" height="98" /></a></p>
<p>Você é um arqueólogo, explorando atrás de artefatos e tesouros&#8230; usando uma bola arremessada, a la breakout. Explora tanto noções de física mecânica clássica quanto de história e antiguidade, através dos lugares visitados.</p>
<p><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/Olimpiada_rockbeat.action"><img class="alignnone" src="http://img30.imageshack.us/img30/1676/rockbeat.gif" alt="" width="216" height="105" /></a></p>
<p>Sinceramente, a primeira coisa que me veio à cabeça foi &#8220;Guitar Hero educativo&#8221;. Infelizmente não deve ter Iron Maiden nem AC/DC, mas, fazer o que, a vida não é perfeita&#8230; em todo caso, nesse jogo você é um músico que deve aprender a tocar diversos instrumentos para participar de um duelo de músicos. Serve tanto para educar o aluno sobre timbres e variações quanto sobre diferentes instrumentos existentes.</p>
<p>O duelo possui uma mecânica &#8217;siga o mestre&#8217;, no qual você deve imitar o líder local.</p>
<p>Esses são os mini-jogos. O quiz conta com um grande mapa-múndi, que os alunos vão viajando e respondendo a perguntas para obter pontos.</p>
<p>Porém, eu e outras pessoas que se interessam pela área de desenvolvimento de jogos não se contentam em saber apenas isso. Ao saber de uma iniciativa como essa, é difícil não se fazer perguntas como &#8220;como eles conseguiram se organizar?&#8221;, &#8220;como foram escolhidas as mecânicas de jogo&#8221;, &#8220;como os professores e alunos estão lidando com isso?&#8221;. Por sorte, um amigo meu (ou melhor, dois, mas o outro eu só descobri que trabalhava lá na semana passada :p) trabalha nesse projeto, que envolve diversas empresas, e sugeriu que eu fizesse minhas perguntas para o Marcelo Clemente, um dos coordenadores do projeto. Segue a entrevista:</p>
<ul>
<li><strong>1) A olímpiada já está acontecendo há um mês (nota: sim, eu fiz a entrevista há um bom tempo já, por isso esse &#8220;um mês&#8221; na pergunta. Na realidade, a Olímpiada já está ocorrendo há cerca de três meses). Que tipo de retorno vocês tem tido dos professores? Eles tem conseguido integrar os jogos da olímpiada à sala de aula?</strong></li>
</ul>
<p><strong>Marcelo: </strong>A Olimpíada tem duração de 04 meses. Durante o primeiro mês, o foco do trabalho foi o lançamento progressivo das diversas seções e funcionalidades do portal. Acabamos de lançar a seção dicas de aula, onde especialistas sugerem como explorar o conteúdo da OJE na sala de aula. Este espaço é um canal direto de comunicação com o professor e permite intereção por meio de um fórum. A partir de agora é que começaremos a ter os primeiros retornos a respeito da aplicação em sala de aula dos conteúdos da OJE 2009.</p>
<p>Durante a OJE 2008, evento teste realizado ano passado em um grupo de 20 escolas, tivemos experiências interessantes como professores que organizaram eventos para discutir o conteúdo dos enigmas e diversos relatos de integração entre alunos, professores e gestores das escolas.</p>
<ul>
<li><strong>2) Essa é a segunda edição da Oje. Que lições você e sua equipe aprenderam na primeira edição e melhoraram nesta?</strong></li>
</ul>
<p><strong>Marcelo:</strong> A primeira edição foi um evento controlado. Trabalhamos com 20 escolas durante um mês. Este evento serviu para validar as principair diretrizes modelo (tecnologia, formato das equipes, balanceamento dos jogos, formato dos enigmas, monitoramento, etc).</p>
<p>Tivemos 134 equipes inscritas num universo bem controlado. Este ano estamos rodando pela primeira vez num evento aberto para toda a rede estadual. São mais de 2000 equipe envolvidas, mais de 350 escolas e mais de 120 municípios no estado.</p>
<p>A validação do modelo foi essencial. Mas estamos aprendendo ainda. É um projeto inovador, há muitos caminhos possíveis e precisamos avaliar o resultado de cada nova experiência para continuar evoluindo. A OJE 2009 está sendo uma experiência muito melhor que a de 2008 e a de 2010 será com certeza muito melhor que a deste ano.</p>
<ul>
<li><strong>3) Como é escolher os temas que serão utilizados nos mini jogos? Foi muito difícil no ponto em que pudessem dizer &#8220;isso é educativo E divertido&#8221;?</strong></li>
</ul>
<p><strong>Marcelo</strong>: Este é o ponto que não fica claro logo de cara. A grande novidade é que não trabalhamos com jogos educativos. Trabalhamos com mecânicas clássicas já consagradas.A  quipe de produção define a mecânica que será adotada no jogo a partir de um catálogo imenso fruto de um trabalho que vem sendo realizado há algum tempo com o departamento de design e o centro de informática da UFPE.</p>
<p>A partir da escolha da mecânica, são definidos em conjunto com a equipe de psicologia cognitiva e de pedagogia que temas e conceitos devem ser explorados a partir daquela mecânica. Estes temas e conceitos são trabalhados de forma implícita no jogo.</p>
<p>Cabe ao professor utilizar o jogo como mote para explorar estes temas em sala de aula. Posso citar como exemplo, o Imuno que utiliza a mesma mecânica do velho River Raid e explora conceitos de biologia.</p>
<ul>
<li><strong>4) A Oje foi criada por diversas empresas, da área de educação e da área de jogos. Como foi integrar empresas que podem ter visões e objetivos bem diferentes, para equilibrá-las sem que uma empresa quisesse impor sua visão sobre as outras?</strong></li>
</ul>
<p><strong>Marcelo:</strong> Somar diversas competências é um desafio bem interessante. Temos a nosso favor o longo relacionamento que já existia entre as empresas. Algumas delas já haviam trabalhado junto em outros projetos. O sucesso do projeto é derivado de um longo processo inicial de definição de papéis e responsabilidades e construção de um objetivo comum.</p>
<ul>
<li><strong>5) A Oje é uma iniciativa muito interessante do estado de Pernambuco. Vocês já receberam pedidos de parcerias para levar projetos como a Oje para outros estados? Vocês tem tido algum tipo de retorno interessante de outros estados?</strong></li>
</ul>
<p><strong>Marcelo:</strong> Temos diversos contatos que não podem ser revelados neste momento <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<ul>
<li><strong>6) O Disk Chocolate é lido por muitas pessoas na área de game design e desenvolvimento de jogos no Brasil. Você gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores? Algum conselho?</strong></li>
</ul>
<p><strong>Marcelo: </strong>O projeto da OJE é motivador pois permite à equipe trabalhar com o que mais gosta (desenvolver jogos) e, ao mesmo tempo, sentir que está contribuindo, mesmo que minimamente, com o esforço de recuperação da educação pública no país.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://img198.imageshack.us/img198/9541/mapaa.gif" alt="" width="440" height="217" /></p>
<p>Então agora vocês conhecem um pouco mais sobre o OjE e seu processo de desenvolvimento. Um dado interessante é que não apenas &#8220;propaganda&#8221; o sucesso do OjE: foi realizada uma pesquisa ao final da primeira edição e os resultados foram bastante motivadores:</p>
<ul>
<li>Dos<strong> Gestores, 88%</strong> considerou a OjE uma <strong>excelente iniciativa</strong> que aumentou o interesse dos alunos nos estudos</li>
<li>Dos<strong> Professores, 77% </strong>considerou que a OjE estimulou a <strong>colaboração</strong> entre os alunos e aumentou o<strong> interesse pelos estudos, 70% debateu</strong> as respostas dos enigmas com a equipe,  <strong>46%</strong> aumentou o tempo de <strong>uso dos laboratórios,</strong> e <strong>41% utilizou </strong>os conteúdos da<strong> OjE em sala de aula</strong></li>
<li>Dos<strong> Alunos, 68% </strong>informou ter <strong>aumentado o interesse pelos estudos </strong>e<strong> 41% aumentou</strong> o tempo de<strong> uso dos laboratórios</strong></li>
</ul>
<p>Ou seja, uma excelente iniciativa que tem dado bons resultados. É torcer para trazerem isso para outros estados, embora eu fique um pouco triste por não ter tido uma Olímpiada dessas quando estava no ensino fundamental e médio&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Que a App Store Deveria Mostrar Sobre o Mercado Móvel</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2009/06/23/o-que-a-app-store-deveria-mostrar-sobre-o-mercado-movel/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 23:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
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		<description><![CDATA[Por algumas reviravoltas da minha vida profissional e pessoal, resolvi começar um projeto sobre Java ME &#8211; mais sobre isso em posts futuros, não se preocupem. Mais especificamente, sobre jogos feitos com Java ME.
(aliás, ainda estou fazendo uma pesquisa de campo sobre isso. Se você trabalha na área, ou sabe de alguém que trabalhe, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 291px"><img title="App Store" src="http://img177.imageshack.us/img177/2162/appstore1.jpg" alt="App Store" width="281" height="330" /><p class="wp-caption-text">App Store</p></div>
<p>Por algumas reviravoltas da minha vida profissional e pessoal, resolvi começar um projeto sobre Java ME &#8211; mais sobre isso em posts futuros, não se preocupem. Mais especificamente, sobre jogos feitos com Java ME.</p>
<p>(aliás, ainda estou fazendo uma pesquisa de campo sobre isso. Se você trabalha na área, ou sabe de alguém que trabalhe, entre em contato).</p>
<p>Bom, eu resolvi que um dos passos seria&#8230; experimentar como é comprar um jogo para celular.</p>
<p>Sinceramente? É uma bosta.</p>
<p><span id="more-887"></span></p>
<p>Eu não tenho um iPhone/iPod Touch, mas até onde eu sei a App Store é facilmente acessível através do aparelho, e comprar é igualmente fácil.  Você tem aplicativos divididos em categorias, com notas e opiniões de outros consumidores.</p>
<p>Eu tentei acessar o &#8220;Tim Wap&#8221;, que está disponível no menu do meu celular. Primeiro via Wifi &#8211; nenhuma resposta do gateway. OK, vamos tentar usando o &#8220;tim wap fast&#8221;, iria comer meus créditos, mas tudo bem, mais do que 15 reais eu não iria gastar, no pior cenário possível &#8211; e se você acha impossível gastar isso em poucos minutos, lembro que o KB via Wap Fast custa 5 centavos na Tim. Absurdo é pouco. Mas, voltando&#8230; fiquei alguns segundos esperando e&#8230; nada.</p>
<p>&#8230;nada.</p>
<p>Eu fiquei olhando para o celular e pensando qual seria a merda de problema que me impede de acessar o portal da Tim para gastar dinheiro com eles.</p>
<p>Sério, obviamente algum dos engravatados dessas operadoras de celular já deve ter pensado &#8220;Hey! Talvez os consumidores comprem mais conteúdo para celular se eles não tiverem de fazer macumba para conseguir acessar esse conteúdo?!&#8221;, mas deve ter se esquecido disso 10 segundos mais tarde, quando viu seu novo grande e pomposo cheque de pagamento chegando &#8211; falo de cheque figurativamente, claro, alguém ainda recebe em cheque hoje em dia? Acho que não, ainda bem.</p>
<p>Mas eu sou brasileira e não desisto fácil &#8211; resolvi tentar comprar algo pelo site da Gameloft &#8211; uma das maiores empresas quando se fala em jogos de celular. Sério, eu estava disposta a pagar 7 reais em um jogo de celular só para ver se essa porcaria funcionava!</p>
<p>Achei um jogo que me pareceu interessante e coloquei em comprar. Informei meu número de celular e esperei. E esperei, esperei&#8230; aí lembrei que estava sem créditos no celular. OK, coloquei os ditos 15 reais de crédito. Esperei, nada. Resolvi informar meu número de celular e tentar de novo.</p>
<p>Ahá, dessa vez eu recebi uma mensagem. Beleza, deve ser só clicar nesse link e ele já deve começar a baixar, debitar os 7 reais dos meus créditos e&#8230;</p>
<p>&#8230;não, não foi o que aconteceu. Eu entrei no site pelo celular. OK, cliquei em comprar. Apareceu algo como aplicativo não disponível, &#8220;mimimi&#8221;, &#8220;mamãe sou gay&#8221;, qualquer coisa assim. Só sei que não foi. Não deu.</p>
<p>O máximo que eu consegui foi baixar um jogo gratuito que exibe umas propagandas ao iniciar e ao encerrar o jogo. Só. Isso porque eu baixei o jogo para o meu PC e passei o jogo pelo cabo USB para o meu celular.</p>
<p>De repente eu não consigo imaginar da onde vem os números de pessoas comprando conteúdo no Brasil &#8211; é muito mais fácil se eu fosse cliente de pós-pago? Ou se eu quisesse comprar apenas músicas? Ou tem alguma artimanha que eu não conheço?</p>
<p>Sabe, acho que o sucesso da App Store não se deve apenas ao fato do iPhone permitir gráficos mais potentes &#8211; senão, o Nokia N95 também faria o mesmo sucesso em termos de aplicativos, e não faz &#8211; mas sim ao fato de ser fácil e barato consumir conteúdo por lá. Existem aplicativos por 99 centavos de dólar, os mais caros custam cerca de 5 dólares. 5 dólares é o preço de um jogo furreba de celular se você comprá-lo via uma operadora (considerando que você CONSIGA comprá-lo, claro).</p>
<p>Embora algumas dificuldade sejam bastantes peculiares ao nosso querido e amado Brasil, reino das legislações absurdas, como o fato de termos uma tarifação OBSCENA de tráfego online e uma cobertura digna de&#8230; sei lá, não quero ofender nenhum outro país. Ah, e o fato de não termos jogos na App Store porque o nosso governo teria de homologar cada um dos jogos, claro. Ainda assim, temos de considerar que o mercado de aplicativos para celular é tacanho. É quase surpreendente que movimente tanto dinheiro &#8211; isso deve se dever ao fato de que MUITAS pessoas tem celular, então, mesmo que uma pequena parcela compre conteúdo, é o suficiente para termos cifras de milhões (no caso do Brasil) , ou de bilhões (no caso do resto do mundo) nesse mercado.</p>
<p>O mercado móvel cresceu muito, e a App Store chegou para, oficialmente, balançar esse mercado. E realmente está mudando: a nova onda é termos &#8220;App Store&#8221;, seja de outras marcas de celular, outros tipos de aplicações&#8230;</p>
<p>Algo que a Apple aprendeu há alguns anos com a loja do iTunes é que o consumidor ESTÁ disposto a comprar conteúdo &#8211; desde que seja fácil e relativamente barato. O consumidor é preguiçoso, e geralmente vai procurar o jeito mais fácil de obter alguma coisa. Colocar o conteúdo LEGAL de maneira que o consumidor possa comprar com facilidade é a melhor estratégia contra a pirataria.</p>
<p>Quando veremos ações de verdade para que as outras marcas de celular facilitem o acesso ao seu conteúdo? Espero que em breve. Isso certamente facilitaria na hora de vender meu novo jogo multi-milionário feito em Java ME ;p</p>
<p>(OK, a última frase foi uma mentira, admito).</p>
<p>O que vocês acham? Vocês consomem algum tipo de conteúdo para celular?</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Análise da Primeira Edição Nacional da EDGE</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2009/06/14/analise-da-primeira-edicao-nacional-da-edge/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 01:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cindy Dalfovo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamedev]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[videogame]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você estava vivendo debaixo de uma pedra e não viu em nenhum dos vários blogs que noticiaram a vinda da EDGE para o Brasil&#8230; pois é, esse mês saiu a primeira edição nacional da consagrada revista inglesa.
Eu assinei a revista, motivada por dois fatos: a EDGE é uma revista de respeito, então eu estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 257px"><a href="http://img205.imageshack.us/img205/9008/edge01oficial412x550.jpg"><img title="EDGE nacional - capa" src="http://img205.imageshack.us/img205/9008/edge01oficial412x550.jpg" alt="EDGE nacional - capa" width="247" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">EDGE nacional - capa</p></div>
<p>Se você estava vivendo debaixo de uma pedra e não viu em nenhum dos<a href="http://www.selectgame.com.br/agora-sim-a-capa-oficial-da-primeira-edicao-nacional-da-edge/"> vários</a> <a href="http://girlsofwar.wordpress.com/2009/04/28/a-ra-u-ru-a-edge-e-nossa/">blogs</a> que<a href="http://meiobit.pop.com.br/games/cultura-gamer/edge-sera-publicada-no-brasil"> noticiaram </a>a <a href="http://www.campominado.com.br/noticias-e-novidades/edge-brasil">vinda </a>da EDGE para o Brasil&#8230; pois é, esse mês saiu a primeira edição nacional da consagrada revista inglesa.</p>
<p>Eu assinei a revista, motivada por dois fatos: a EDGE é uma revista de respeito, então eu estava confiante com essa nova revista, e ao assinar eu paguei cerca de 5 reais por exemplar&#8230; contra os 14,90 por edição comprada na banca. Ou seja, se mais do que 4 exemplares forem bons, já é mais negócio do que comprar aquelas que me interessam na banca.</p>
<p>A assinatura atualmente está em cerca de 100 reais &#8211; mais barato do que comprar na banca, mas não tão barato quanto na promoção de pré-lançamento. Para quem se interessar em assinar e tiver paciência, fica a dica: assine o newsletter da editora e espere. Não é incomum surgirem boas promoções de assinaturas das revistas da Europa.</p>
<p>Mas, afinal, depois de terminar de ler a primeira edição, eu ainda estou feliz em ter assinado a revista? Sim, estou.</p>
<p><span id="more-873"></span></p>
<p>Vou dizer primeiro duas coisas que eu não gostei na revista, e que é uma falha que eu já reparei em outras revistas da editora:</p>
<ol>
<li>Má distribuição. A revista demorou para chegar, chegou para mim na segunda-feira passada, e nas bancas eu ainda não tinha visto. Não é tão ruim, mas eu moro numa capital.</li>
<li>Matérias sem crédito. Eu gostaria de saber quando estou lendo conteúdo nacional, ou quando estou lendo reviews de uma certa pessoa. Um motivo para querer saber o nome de quem fez a análise: gostar de jogos é algo muito pessoal, e eu posso levar mais em consideração a opinião de alguém que eu já tenha percebido que tem um gosto parecido com o meu. Ainda assim, as análises da revista não são muito &#8220;emotivas&#8221;, concentrando-se em mostrar pontos fracos e fortes do jogo, então isso é &#8220;perdoável&#8221;.</li>
</ol>
<p>O conteúdo em si da revista é excelente, e conta com alguns bons pontos que levam alguém a querer comprar uma revista ao invés de apenas ler na internet, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>Nada de detonados.</strong> Graças a Deus. Eu não tenho lido outras revistas de games do Brasil, então não sei se as outras também já resolveram abolir essas coisas terríveis e consumidoras de páginas.</li>
<li>Artigos de equipes que foram até empresas de jogos e <strong>conferiram em primeira mão</strong> certas coisas, entrevistaram pessoas. Isso não é coisa que você vê em qualquer site.</li>
<li><strong>Conteúdo variado:</strong> não é uma revista voltada apenas ao super hardcore que só conhecem a trilogia XBOX360/PS3/PC. Existe conteúdo sobre<strong> arcades,</strong> sobre<strong> portáteis</strong>, sobre<strong> produção nacional</strong>, sobre<strong> jogos online</strong>. Se te incomoda ter matérias sobre esses assuntos, talvez essa revista não seja para você.</li>
<li><strong>Poucos anúncios.</strong> Claro, esse tipo de revista costuma ter menos anúncios do que revistas populares, mas é algo que eu fico feliz em ver. E o anúncio da contra capa, sobre o novo capítulo de Ragnarok Online, deixou meu namorado feliz. :p</li>
<li><strong>100 páginas.</strong> Eu &#8220;devoro&#8221; revistas, então ter uma revista que durou mais do que dois dias para ser totalmente lida foi uma grata surpresa. Claro, se você tiver vontade e tempo, você pode lê-la em uma tarde, mas ela facilmente dura uma semana se você tiver pouco tempo.</li>
</ul>
<p><!--more--></p>
<p>Uma olhada no sumário da revista:</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img title="EDGE - sumário" src="http://img44.imageshack.us/img44/875/edgesumario.jpg" alt="EDGE - sumário" width="450" height="338" /><p class="wp-caption-text">EDGE - sumário</p></div>
<p>A revista é dividida basicamente entre três grandes segmentos:</p>
<ul>
<li><strong>Hype </strong>- prévias de jogos que estão para chegar.</li>
<li><strong>Reviews </strong>- análises dos jogos atuais.</li>
<li><strong>Start </strong>- para mim, é aqui que a revista brilha, pois aqui estão as entrevistas, as análises de mercado&#8230; exatamente o tipo de material que demora para ser feito e que precisa de pessoas para irem atrás, perguntarem, irem até as empresas&#8230;</li>
</ul>
<p>O material nacional, com matérias sobre o nosso mercado, atraíram a minha atenção. Eu achei meio &#8220;duvidoso&#8221; escolher a LevelUp! para a primeira matéria sobre empresas nacionais, mas, enfim&#8230; creio que a escolha tenha sido motivada por ela ser uma empresa grande, conhecida e que já se encontra há alguns anos no Brasil.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img title="EDGE - matéria sobre Nintendo DS" src="http://img142.imageshack.us/img142/6466/edgenintendods.jpg" alt="EDGE - matéria sobre Nintendo DS" width="450" height="338" /><p class="wp-caption-text">EDGE - matéria sobre Nintendo DS</p></div>
<p>Matérias interessantes dessa edição, na minha opinião:</p>
<ul>
<li><strong>Nintendo ou Nada</strong> &#8211; falando sobre empresas nacionais que conseguiram desenvolver para o DS e para o Wii, e como a expansão do mercado casual e o custo mais baixo de desenvolvimento para essas plataformas ajudou as desenvolvedoras nacionais a lançarem titulos, citando empresas como a <strong>Techfront, Overplay,  Insólita e Tectoy.</strong></li>
<li><strong>Entrevista com o criador de PaRappa</strong> sobre jogos de ritmo, seu estilo de produção, sua empresa e seu novo jogo.</li>
<li><strong>Metal Total,</strong> sobre um arcade com robôs. Online. A entrevista é interessante para saber um pouco mais sobre o mercado atual de arcade, e esse é um assunto normalmente ignorado pela mídia especializada. Para os fãs do fliperama, pode ser uma grata surpresa ver algo sobre isso em uma revista &#8211; ainda que seja uma única matéria.</li>
<li><strong>Artigo sobre a Imagine Cup</strong>, a competição de jogos criados em XNA. Acho que ela dispensa apresentações para quem lê esse blog, mas ver esse tipo de iniciativa sendo divulgada é sempre bom, ainda mais que os brasileiros tem feito bonito nas últimas edições da competição.</li>
<li><strong>Entrevista com Kyle Gray, criador de Henry Hatsworth (DS).</strong> Matéria interessante para quem se interessa por desenvolvimento de jogos, já que ele fala sobre como criou o jogo, sobre a importância de protótipos, etc.</li>
<li>Longa matéria sobre<strong> Final Fantast XIII</strong>, que me fez ter boas expectativas pelo jogo &#8211; especialmente por compará-lo diversas vezes a Final Fantasy VII.</li>
<li>Na Real, matéria sobre o uso de 3D em jogos, tendências, o que esperar&#8230;</li>
<li><strong>Continue com Viewtful Joe</strong>, uma análise interessante do jogo lançado para GameCube e Playstation 2 &#8211; embora eu tenha sentido falta de uma explicação melhor sobre como é o jogo no decorrer da matéria (sensação que se repetiu na matéria sobre Leisure Suit Harry), o que pode deixar pessoas que não jogaram o jogo um pouco confusas. Mas nada que atrapalhe a apreciação da análise de um jogo da geração passada.</li>
<li><strong>Making of sobre Leisure Suit Harry</strong>, muito interessante ao falar sobre esse importante jogo de point and click que não era nem um pouco politicamente correto. Novamente, senti falta de maiores explicações sobre o jogo, o que pode deixar um pouco confuso quem nunca jogou o jogo, mas a análise do mercado naquela época, impacto do jogo, decadência da Sierra, já tornam a matéria interessante por si só.</li>
</ul>
<p>Além disso, existem matérias sobre o mercado de assinaturas versus itens-pagos em jogos online, a tendência casual no Japão, middleware&#8230; e as matérias sobre jogos. Em especial, as matérias de Hype de Bioshock 2, Mafia II, Star Trek online e God of War III me deixaram ansiosas, e foi bom ver Plants vs Zombies levar 9 &#8211; afinal, o jogo é muito bom e foi legal ver que ele não perdeu pontos por ser &#8220;casual&#8221;.</p>
<p>Aliás, a pequena análise sobre minigames antes da seção de análises foi muito interessante, falando sobre minigames que se encaixam na mecânica do jogo, como ocorre em GTA: Chinatown Wars e Plants vs Zombies.</p>
<p>Em uma ou outra análise daquelas mais curtas eu senti falta de um pouco de explicação sobre como funciona o jogo, mas nada que a internet não resolva &#8211; e se teve algo que eu gostei nessa edição foi que ela não tenta lutar contra a internet, mas aproveita para lançar material exclusivo e deixar materiais como detonados para a internet.</p>
<p>No mais, estou satisfeita com a revista &#8211; apesar das falhas de distribuição e de que certas matérias poderiam ter sido melhor traduzidas, mas ela ainda é muito boa. Ouvi comentários sobre erros de português, alguns probleminhas de diagramação&#8230; olha, eu leio muito rápido e tendo a pular erros mais simples por causa disso, mas não devem ser erros tão grosseiros se eu não parei para olhá-los enquanto lia a revista :p</p>
<p>Ou seja, esperem outra promoção de assinaturas e sejam felizes <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Enquanto isso, economizem os 60 reais da assinatura anual na promoção.</p>
]]></content:encoded>
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