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Archive for the ‘Gamedev’ Category

[Tutorial] Fazendo um jogo de memória em JavaScript (parte básica)

28 mai

Olá pessoas :) Eu queria ter postado esse tutorial já na semana passada, mas de lá para cá eu tive alguns problemas, e provas e, bom, acabei não programando nesses últimos dias. Em todo caso, esse tutorial vai explicar como fazer o joguinho básico que se encontra aqui, que eu havia mencionado no post anterior. Eu quero fazer algumas adições a ele, colocar mais algumas funcionalidades mas, em todo caso, eu achei que seria legal fazer o tutorial para o básico e depois fazer outros pequenos tutoriais sobre as outras funcionalidades.

Esse tutorial não requer que você saiba muito de JavaScript e/ou jQuery, mas ter alguma noção ajuda, e já ter programado também. Não é muita coisa para explicar, então eu vou tentar explicar tudo com detalhes para ajudar quem também está aprendendo JavaScript e/ou jQuery, OK? :)

De qualquer maneira, eu ainda estou aprendendo a escrever tutoriais, embora já tenha escrito alguns, então eu sempre posso esquecer de falar algo importante… se for o caso, pode perguntar nos comentários que eu respondo e, se possível, melhoro o tutorial, ok? :)

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Meu primeiro jogo em… JavaScript?

17 mai

Oi :) Quem me acompanha no meu twitter já deve ter percebido que eu estava fazendo um joguinho em JavaScript (algumas pessoas até me ajudaram com algumas dúvidas, meus amiguinhos do twitter são demais 8D). Agora eu terminei uma primeira versão e estou oferecendo aqui para vocês testarem.

Conheçam o meu hiper, mega, suuuuper… jogo de memória. Feito em JavaScript. Com gráficos feitos por mim no Inkscape.

Jogo da memória

A questão é que eu me diverti bastante fazendo esse joguinho, então talvez eu faça mais alguns em JavaScript :) O legal é que eu fiz ele em um único fim de semana… claro, se eu já conhecesse mais de JavaScript e JQuery eu provavelmente faria bem mais rápido, e se eu não fosse tão enrolada também… (gastei algumas horas escolhendo a IDE e deixando ela mais personalizada para o meu gosto… :p). Mas enfim. Para alguém com TDAH é muito revigorante conseguir terminar alguma coisa, então eu estou bem feliz :)

Eu vou tentar colocar mais alguns detalhes nele (como número de tentativas e talvez a opção de escolher quantos pares terá o jogo), mas o jogo em si está pronto e vocês podem testá-lo aqui ou clicando na imagem acima.

Eu vou fazer um post explicando como eu fiz o jogo, para aqueles que também tiverem algum interesse em jogos feitos em Javascript/jQuery, mas estou colocando o jogo para vocês jogarem e me avisarem se ainda tem algum bug e tal :) e se tiverem alguma dúvida, que aí eu já lembro de explicar no tutorial. De qualquer maneira, vocês já podem fuçar no jogo se quiserem, já que o código está disponível e você pode até mexer nele se tiver alguma ferramente de desenvolvimento web no seu browser.

(E sim, estou numa segunda-feira bem feliz por conta disso :] )

 

Duas Dicas de Livros Com Desconto

14 abr

Olá, isso é só uma notícia rápida da programadora amaldiçoada (já que eu tenho uma relação de amor e ódio com programação, juro):

Duas editores bastante grandes de livros técnicos, a Apress e a O’Reilly, colocam todos os dias um dos livros do seu catálogo pelo preço promocional de 10 dólares.

Os livros da O’Reilly são oferecidos em três formados: PDF, ePub e Mobi, todos sem DRM. Já a Apress apenas disponibiliza um PDF protegido por senha.

Em todo caso, eu recomendo vocês se cadastrarem nos feeds dos dois (Assine o da O’Reilly aqui e o da Apress aqui) para ficar de olho quando aparecer algo interessante.

Hoje eu acabei comprando o Dive Into Python da Apress e o Learning XNA 3.0 da O’Reilly.

O Learning XNA eu comprei hoje, mas o deal é de ontem, então se você vir isso e se interessar, corre que o cupom deve estar expirando. Para comprar o Dive Into Python com desconto, basta ir na página do Daily Deal e clicar em Purchase e o resto é uma compra normal. Já o Learning XNA você coloca no carrinho e usa o cupom de desconto DDLXN que o desconto aparece no Checkout.

Bom, é isso, se vocês não conseguirem aproveitar esses deals, sempre vale se inscrever nos feeds para aproveitar a próxima oportunidade. :)

E se você também está interessado em aprender Python, vale conferir o How to Think Like a Computer Scientist, que também é bem bacana e é gratuito.



UPDATE: Como o Mark Pilgrim é um cara muito legal, o Dive Into Python é distribuído de graça. Embora eu esteja me sentindo retardada por só ter visto isso agora, bom, eu não estou me sentindo tão mal porque o livro é realmente muito bom e ele deve receber pelo trabalho bem feito :p

 

Por Onde Anda a Cindy?

05 abr

A Cindy está aprendendo a modelar no Maya…


Capacete verde modelado no Maya

Fazendo, por exemplo, esse capacete que é mostrado no Getting Started do Maya e que eu deixei com umas cores assim, meio Halo.

A Cindy está… ultimamente bastante doente, primeiro com uma gripe horrível e depois com uma crise de sinusite. Mas estou melhorando, e tomara que eu não pegue mais nenhuma doença que perder quase duas semanas de aula por doença logo no início do semestre não foi divertido.

A Cindy está aprendendo a fazer pixel art…

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Por que eu não sinto medo em jogos?

19 mar

Eu sou uma medrosa, uma tremenda paranóica. Sou assim desde sempre, na realidade – se algo não ia de acordo com minhas expectativas, minha mente já começava a maquinar mil explicações terríveis. Eu me lembro que minha mãe sempre ia me buscar no final das aulas, e ela sempre foi muito pontual.

O problema é quando ela se atrasava. Não, nunca aconteceu comigo aquelas cenas de filmes, da criança sozinha na escola depois que todo mundo já foi embora, com cara de “minha mãe esqueceu de mim, ela não me ama”. Falo coisa de cinco, dez minutos. Quinze quando muito. Eu começava a olhar os carros passando e começava a imaginar que uma desgraça havia acontecido, que a mãe havia batido o carro e não poderia vir me buscar. Que ela estava machucada. Que alguém mau havia ameaçado ela.

Aí, uns trinta segundos depois, mamãe aparecia e eu ia saltitando para o carro e ia embora.

A coisa ficava pior quando eu via filmes de terror. Eu demorei semanas para voltar a dormir direito depois que vi O Chamado no cinema. O pior é que eu fui ver de trouxa, um amigo falou que era bom, achei que era suspense e fui lá. Depois eu fechava os olhos e via cenas do filme se repetindo na minha cabeça.

E porque eu estou dizendo tudo isso, vocês poderiam se perguntar. Para que vocês saibam que eu sou medrosa, e que ainda assim sou incapaz de sentir medo com jogos. Não que eu nunca leve sustos mas, como vocês já devem ter percebido, não é muito difícil eu levar sustos: se eu estiver lendo e alguém me cutucar, eu provavelmente vou gritar e dar um pulo. Eu levo sustos quando coisas aparecem do nada, e eu até gosto disso, é divertido. Mas não é medo, não é nada perto disso.

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Por que eu não consigo fazer jogos?

04 mar

Esse é um post que surgiu de uma crise existencial bastante séria pela qual eu estou passando, e que me levou a rever algumas prioridades na minha vida.

Mas antes de entrar no mérito de jogos, eu preciso contar um pouco sobre mim – sobre sonhos que eu tenho desde criança.

Eu sempre gostei de histórias. Eu sempre gostei de CONTAR histórias.

Certa vez, estava com alguns primos em um aniversário de família, quando alguém propôs uma brincadeira: uma pessoa se encarregava de contar uma história, que deveria contar as palavras ditas pelo resto das pessoas na mesa. Eventualmente só eu ficava contando histórias (bizonhescas, claro) envolvendo coisas como fogões e sorvetes. Eu ADORAVA, eu me divertia com a sensação de estar criando uma história naquele exato momento, de estar contando um pedaço de alguma coisa de maneira tão impulsiva.

A maior parte de vocês mal conhece esse meu lado, claro – pode até achar que eu escrevo bem no blog, mas não faz idéia de como eu escrevo HISTÓRIAS.

Minha culpa, na realidade – desde que eu entrei para a faculdade, e isso já faz quatro anos, eu não tenho mais conseguido escrever histórias. Bom, o que eu posso dizer? A faculdade tem me consumido tanto nos últimos anos que eu simplesmente não conseguia me colocar para escrever minhas histórias. Não é apenas uma questão de TEMPO, mas de ESPÍRITO – eu chegava em casa cansada e minha cabeça simplesmente se recusava a produzir mais e mais. Minha cabeça precisa de pelo menos um pouco de ócio criativo, e eu simplesmente não tenho tido isso nos últimos anos.

E eu acabei me deixando levar… e me interessei por jogos, e entrei no mesmo ciclo vicioso…

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Retrospectiva 2009 de uma gamer

21 dez

Olá, pessoal. Pois é, creio que alguns devem ter pensado que eu havia abandonado de vez o blog, já que a última atualização tem alguns meses. Bom, a questão é que eu tive alguns problemas nesse semestre, e estava tão envolvida com a faculdade e com meus estágios que nem tive cabeça e/ou tempo para atualizar o Disk Chocolate, e eu nem queria fazer um post só para dizer “estou sem tempo, atualizo quando puder” :p

Mas meus trabalhos terminaram (aqueles, porque já estou com outra bolsa de pesquisa, mas, enfim), eu finalmente entrei de férias e, bom, voltei a jogar.

Bem a tempo de aproveitar as ótimas promoções de final de ano do Steam e de outros sites de games, diga-se de passagem – é a época de todo gamer universitário ser tremendamente infeliz e feliz ao mesmo tempo… feliz porque compra vários jogos a um fração dos preços originais, infeliz porque no final acaba gastando uma nota de tanto comprar jogos.

Ainda bem que os títulos mais recentes dessas promoções não me interessavam, então acabei comprando vários jogos na faixa de 2 a 10 dólares, hahahaha.

Cindy jogando videogame

E você, que achava que só nerds gordinhos faziam essa cara quando estão jogando...

Bom, eu preciso dizer que essa é uma retrospectiva do que foi para 2009 em termo de jogos PARA MIM. Ou seja, tô nem aí se estiver comentando de jogo que foi lançado ano passado e só comprei em promoção esse ano.

Notícia do Ano para a Cindy

The Pandora Directive no GOG.com

Caixa de The Pandora Directive

E achei a capa que eu tinha na internet... igualzinha :)

Sim, é sério. Tex Murphy: The Pandora Directive é um dos jogos que mais marcou a minha infância, junto com Zelda: Ocarina of Time. Ao contrário de Zelda, porém ,esse jogo nunca foi tão conhecido ou prestigiado, tendo se tornado meu xodó no decorrer dos anos.

Sabem o quanto eu gostei desse jogo? Eu zerei ele umas três vezes.

Isso pode soar pouco impressionante para alguns, mas atentem para o fato de que:

  1. O jogo é razoavelmente grande, e com seus seis CDs cheios de vídeos, você precisa fazer algumas várias trocas no decorrer do jogo.
  2. Eu acho que é possível contar nos dedos da mão os jogos que eu terminei mais do que uma vez. E eu acho que se juntar com os dedos do pé eu conto quantos jogos eu já terminei. É muito difícil para mim terminar o jogo, sempre tem algo novo chamando a minha atenção e eu acabo perdendo o interesse pelo outro jogo…

Ou seja, terminar um jogo mais do que uma vez, para mim, é um feito e tanto. Esse é o tanto que eu gosto desse jogo, dos seus diálogos, dos personagens, dos cenários, dos puzzles (e do fato do jogo ser bonzinho com aquela criança noob, ajudando-a a passar pelos puzzles difíceis 8D). O jogo tem 7 finais e, obviamente, nunca vi todos eles.

Trata-se de um jogo de um gênero praticamente morto nos dias de hoje: aqueles adventures point-and-click com filmes estrelados por atores de verdade. Convenhamos, hoje é mais fácil e bonito renderizar os personagens de uma vez e esses jogos são considerados “bregas” hoje em dia.

A história girava em torno do seu personagem, um detetive que sempre se dá mal, que pega um caso de uma pessoa desaparecida… que eventualmente leva a cenas envolvendo… aliens, garotas, sorvete, palhaços, e gadgets do futuro para lá de esquisitos. E um templo maia, se isso não estava suficiente bizarro para você.

Se você jogar o jogo hoje, provavelmente vai achá-lo meio brega mesmo mas, sinceramente… é daqueles jogos da infância, que marcam não importa o quanto você amadureça depois.

Desde que o GOG foi lançado eu ficava torcendo para eles lançarem esse jogo, porque eu já tinha arranhado os CDs, e eles já rodavam mal e porcavamente no Windows XP, que dirá no Windows Vista/7…

E, eventualmente, eles lançaram o jogo. Eu lembrei que sai pulando, comecei a rir feito criança, abri um sorriso enorme… sério, essa foi a notícia do ano para mim, sem sombra de dúvida. Na data ele ainda não estava disponível, apenas o jogo anterior, o Under a Killing Moom, mas saber que em breve eu poderia ter meu querido jogo de novo… por falta de tempo, novamente, só estou baixando o jogo agora, mas só de saber que eu tenho como jogar esse jogo de novo já me deixa imensamente feliz.

Diabos, estou com um sorriso enorme só de escrever sobre isso :)

Jogo do ano para a Cindy

Beyond Good and Evil (2003)

Beyond Good and Evil - capa

Jade! *_* Coolest reporter ever!

Quando eu falei que eu tenho a tendência a descobrir os jogos só anos depois vocês não acreditam em mim, né? Mas na época do lançamento desse jogo eu provavelmente já estava sem meu Game Cube e não curtia muito aventuras no PC ou seja, só fui a descobrir essa maravilha dos jogos alguns anos mais tarde, por algumas recomendações aqui e ali, um precinho convidativo no Steam…

Esse jogo fez com que eu me sentisse jogando Ocarina of Time de novo – a sensação maravilhosa de ter um mundo enorme para explorar, muitas coisas para fazer, dungeons com puzzles e inimigos interessantes… os chefões com padrões repetitivos!

E a história desse jogo é fantástica! É simples e complexa na medida certa, com personagens interessantes e carismáticos… aliás, a própria Jade é uma personagem muito legal e cheia de iniciativa, como já é possível perceber logo no início do jogo.

Joguei algumas horas no PC do meu namorado e, que horas prazeirosas foram essas! Agora baixei o jogo no meu notebook e pretendo recomeçar meu jogo nas férias… vai ser muito bom re-encontrar a Jade :)

Jogo Que Marcaram o Ano da Cindy

Plants Vs Zombies

Sério, preciso comentar? Só demorei para comprar porque eu sou uma tremenda pão-dura que ficou esperando uma promoção para comprar o jogo por 5 dólares, mas já pelo demo eu já percebi que o jogo vale seus 10 dólares.

Conte com a PopCap para fazer esses malditos joguinhos casuais e viciantes. Com direito a musiquinha nonsense e um zumbi do Michael Jackson.

Mass Effect

Depois de muito espernear, resolvi comprar o jogo por 50 reais de tanto ouvir falar bem.

E que jogão, ein?! Diálogos interessantes, viagens espaciais… sério, adorei DEMAIS. Ainda não zerei, aliás, estou bem no começo, mas… eu lembro de ficar jogando e pensando “PQP QUE JOGO FODA”. Eu adoro ficção científica, diálogos, FPS com RPG… o que eu não poderia gostar, não é mesmo? :) Era exatamente o tipo de jogo que eu amo e que eu teria comprado no lançamento se eles tivessem disponibilizado um maldito demo desse jogo :p

Osmos

Joguinho indie comprado por 2.50 dólares no Steam. Eu ainda vou fazer um post sobre ele: ele se disfarça de jogo zen, com aquele visual azul e música new age, mas é um daqueles jogos que te deixa com os nervos à flor da pele quando você deixa sua esfera ser engolida pela milésima vez após um movimento mal calculado.

E o Que a Cindy Pretende Jogar nas férias?

Graças ao Steam e alguns outros sites, eu tenho alguns vários jogos de PC para começar… e alguns de videogame para terminar, rs.

Star Wars: Knights of the Old Republic

Depois de muito ouvir falar bem, resolvi gastar meus preciosos 2.50 dólares para comprar esse jogo. Claro, poderia ser Star Trek, mas não se pode ter tudo, não é mesmo? :p

Machinarium

A promoção não veio pelo Steam, como eu esperava, mas pelo próprio site dos desenvolvedores… comprei ele e Samorost 2 por 10 dólares, junto com as respectivas trilhas sonoras. Esse jogo me impressionei MUITO com seu demo, com seu visual super exótico e diferente e pelos puzzles no nível CERTO de dificuldade… fáceis o bastante para você não arrancar os cabelos e ir na internet buscar a solução, mas difíceis o bastante para você se sentir feliz consigo mesmo quando consegue resolvê-lo.

E a trilha sonora é bacanérrima, também, e o robozinho do jogo consegue ser carismático mesmo sem dizer absolutamente nada, é incrível!

Tex Murphy: The Pandora Directive

Estou terminando de baixar o jogo, pretendo zerá-lo mais algumas vezes, hahaha. Espero que dessa vez eu consiga terminar o jogo sem dicas! ;p

Fallout 3

Finalmente terei tempo para jogá-lo :) Em breve eu espero conseguir baixá-lo… eu espero :p

Overlord

Amei o demo, esperei promoção para comprar, agora eu vou jogar e ser feliz :)

(Percebem o padrão de pão-durismo de ficar esperando o preço baixar? Pior que sempre foi assim, eu esperei anos para comprar Grim Fandango por 20 ou 30 reais, sendo que eu o queria desde que foi lançado por 100 reais…)

Bônus

Comprei Bioshock por 5 dólares esse ano

Eu sei, vocês morrem de inveja ;D Mas vocês ainda podem comprá-lo por 10 dólares no Direct2Drive, se correrem.

Videocast: O que vocês acham?

Eu adoro editar vídeos, então fiquei pensando… ein, eu poderia fazer um videocast. Vou ver se gravo um piloto na casa dos meus avós, mas… alguém quer me ajudar e sugerir temas? xD

 

OjE – Olímpiada de Jogos Digitais e Educação: Uma Boa Iniciativa para Jogos Educativos

11 ago

[Essa matéria já deveria ter saído há um mês, mas com um final de projeto da faculdade e as férias... bom, eu acabei tirando férias do blog para relaxar minha mente e só estou voltando agora. Prometo tentar atualizar o blog mais frequentemente agora :) ]

Logo Oje

Criar jogos educativos costuma ser um desafio e tanto:  como exercer o equilíbrio entre ter um jogo divertido e ainda assim educativo? Como estimular as crianças a jogarem um jogo educativo? Sem falar que se trata de algo extremamente multidisciplinar mesmo dentro da área de jogos, que já é multidisciplinar por natureza: é necessário ter pessoas voltadas para a parte educativa, para a parte de interface, para a parte de jogos…

Ainda assim, existem aqueles que aceitam essa desafio, e alguns desses conseguem um bom resultado, avançando as pesquisas e os esforços na área. Um desses casos é o OjE, a Olímpiada de Jogos Digitais e Educação, que está na sua 2a edição em Pernambuco. A 1a edição foi um “piloto”, realizada com um menor número de escolas participantes, e como a idéia deu certo, essa 2a edição conta com um grande número de participantes: mais de 2.000 equipes, com mais de 18.000 alunos! Um salto e tanto da primeira edição, que contava com 135 equipes e cerca de 1.000 alunos.

Como qualquer olímpiada, a OjE busca estimular uma competição saudável para ver quem será a equipe vencedora, no qual as equipes ganham pontos através de diversos jogos educativos. Essa segunda edição já está em sua reta final, e está sendo um sucesso – mas isso só é possível devido à coodernação de todas as partes envolvidas: os professores, que receberam instruções para usar os jogos e as atividades da Olímpiada em sala de aula, os desenvolvedores, por trabalharem para proporcionar uma experiência de jogo agradável, coerente e educativa, o governo por fomentar  e levar essa Olímpiada até as escolas. Read the rest of this entry »

 

O Que a App Store Deveria Mostrar Sobre o Mercado Móvel

23 jun
App Store

App Store

Por algumas reviravoltas da minha vida profissional e pessoal, resolvi começar um projeto sobre Java ME – mais sobre isso em posts futuros, não se preocupem. Mais especificamente, sobre jogos feitos com Java ME.

(aliás, ainda estou fazendo uma pesquisa de campo sobre isso. Se você trabalha na área, ou sabe de alguém que trabalhe, entre em contato).

Bom, eu resolvi que um dos passos seria… experimentar como é comprar um jogo para celular.

Sinceramente? É uma bosta.

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Análise da Primeira Edição Nacional da EDGE

14 jun
EDGE nacional - capa

EDGE nacional - capa

Se você estava vivendo debaixo de uma pedra e não viu em nenhum dos vários blogs que noticiaram a vinda da EDGE para o Brasil… pois é, esse mês saiu a primeira edição nacional da consagrada revista inglesa.

Eu assinei a revista, motivada por dois fatos: a EDGE é uma revista de respeito, então eu estava confiante com essa nova revista, e ao assinar eu paguei cerca de 5 reais por exemplar… contra os 14,90 por edição comprada na banca. Ou seja, se mais do que 4 exemplares forem bons, já é mais negócio do que comprar aquelas que me interessam na banca.

A assinatura atualmente está em cerca de 100 reais – mais barato do que comprar na banca, mas não tão barato quanto na promoção de pré-lançamento. Para quem se interessar em assinar e tiver paciência, fica a dica: assine o newsletter da editora e espere. Não é incomum surgirem boas promoções de assinaturas das revistas da Europa.

Mas, afinal, depois de terminar de ler a primeira edição, eu ainda estou feliz em ter assinado a revista? Sim, estou.

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