<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Videogames São Arte</title>
	<atom:link href="http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Mar 2010 12:51:54 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: namekuseijin</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-1212</link>
		<dc:creator>namekuseijin</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 00:50:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-1212</guid>
		<description>Arte pra mim nos consoles até hoje:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Kenseiden&lt;br&gt;Super Metroid&lt;br&gt;Sonic the Hedgehog&lt;br&gt;Final Fantasy VI e VII&lt;br&gt;Metal Gear Solid&lt;br&gt;Ocarina of Time&lt;br&gt;Star Fox (SNES)&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não é arte literária, mas definitivamente arte, capaz de emocionar e fazer pensar.  A interatividade faz toda a diferença.  Mesmo Sonic, essencialmente um pinball em forma de jogo de plataforma, com sua mistura de gameplay, gráficos estilizados e música light é uma experiência saborosa e única.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Star Fox no SNES, com gráficos podres e coisa e tal, ainda é muito mais impactante do que as sequels.  Por que?  Porque você podia terminar o jogo com todos seus parceiros mortos.  E apesar dos gráficos primitivos, as mortes dos parceiros são bastante impactantes e sua falta é sentida no decorrer do jogo.  Isso é arte pra mim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas, eu diria que algo mais próximo de arte literária e também mais maduro pode ser encontrado nos interactive-fictions, como:&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/shade.z5.js&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch...&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/Galatea.zblorb.js&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch...&lt;/a&gt;&lt;br&gt;ou&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/anchor.z8.js&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch...&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arte pra mim nos consoles até hoje:</p>
<p>Kenseiden<br />Super Metroid<br />Sonic the Hedgehog<br />Final Fantasy VI e VII<br />Metal Gear Solid<br />Ocarina of Time<br />Star Fox (SNES)</p>
<p>Não é arte literária, mas definitivamente arte, capaz de emocionar e fazer pensar.  A interatividade faz toda a diferença.  Mesmo Sonic, essencialmente um pinball em forma de jogo de plataforma, com sua mistura de gameplay, gráficos estilizados e música light é uma experiência saborosa e única.</p>
<p>Star Fox no SNES, com gráficos podres e coisa e tal, ainda é muito mais impactante do que as sequels.  Por que?  Porque você podia terminar o jogo com todos seus parceiros mortos.  E apesar dos gráficos primitivos, as mortes dos parceiros são bastante impactantes e sua falta é sentida no decorrer do jogo.  Isso é arte pra mim.</p>
<p>Mas, eu diria que algo mais próximo de arte literária e também mais maduro pode ser encontrado nos interactive-fictions, como:<br /><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/shade.z5.js" rel="nofollow"></a><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch.." rel="nofollow">http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch..</a>.<br /><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/Galatea.zblorb.js" rel="nofollow"></a><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch.." rel="nofollow">http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch..</a>.<br />ou<br /><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/anchor.z8.js" rel="nofollow"></a><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch.." rel="nofollow">http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch..</a>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: namekuseijin</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-990</link>
		<dc:creator>namekuseijin</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 20:50:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-990</guid>
		<description>Arte pra mim nos consoles até hoje:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Kenseiden&lt;br&gt;Super Metroid&lt;br&gt;Sonic the Hedgehog&lt;br&gt;Final Fantasy VI e VII&lt;br&gt;Metal Gear Solid&lt;br&gt;Ocarina of Time&lt;br&gt;Star Fox (SNES)&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não é arte literária, mas definitivamente arte, capaz de emocionar e fazer pensar.  A interatividade faz toda a diferença.  Mesmo Sonic, essencialmente um pinball em forma de jogo de plataforma, com sua mistura de gameplay, gráficos estilizados e música light é uma experiência saborosa e única.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Star Fox no SNES, com gráficos podres e coisa e tal, ainda é muito mais impactante do que as sequels.  Por que?  Porque você podia terminar o jogo com todos seus parceiros mortos.  E apesar dos gráficos primitivos, as mortes dos parceiros são bastante impactantes e sua falta é sentida no decorrer do jogo.  Isso é arte pra mim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas, eu diria que algo mais próximo de arte literária e também mais maduro pode ser encontrado nos interactive-fictions, como:&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/shade.z5.js&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch...&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/Galatea.zblorb.js&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch...&lt;/a&gt;&lt;br&gt;ou&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/anchor.z8.js&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch...&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arte pra mim nos consoles até hoje:</p>
<p>Kenseiden<br />Super Metroid<br />Sonic the Hedgehog<br />Final Fantasy VI e VII<br />Metal Gear Solid<br />Ocarina of Time<br />Star Fox (SNES)</p>
<p>Não é arte literária, mas definitivamente arte, capaz de emocionar e fazer pensar.  A interatividade faz toda a diferença.  Mesmo Sonic, essencialmente um pinball em forma de jogo de plataforma, com sua mistura de gameplay, gráficos estilizados e música light é uma experiência saborosa e única.</p>
<p>Star Fox no SNES, com gráficos podres e coisa e tal, ainda é muito mais impactante do que as sequels.  Por que?  Porque você podia terminar o jogo com todos seus parceiros mortos.  E apesar dos gráficos primitivos, as mortes dos parceiros são bastante impactantes e sua falta é sentida no decorrer do jogo.  Isso é arte pra mim.</p>
<p>Mas, eu diria que algo mais próximo de arte literária e também mais maduro pode ser encontrado nos interactive-fictions, como:<br /><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/shade.z5.js" rel="nofollow"></a><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch.." rel="nofollow">http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch..</a>.<br /><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/Galatea.zblorb.js" rel="nofollow"></a><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch.." rel="nofollow">http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch..</a>.<br />ou<br /><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parchment.html?story=http://parchment.toolness.com/if-archive/games/zcode/anchor.z8.js" rel="nofollow"></a><a href="http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch.." rel="nofollow">http://parchment.googlecode.com/svn/trunk/parch..</a>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filippe Barreto</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-1211</link>
		<dc:creator>Filippe Barreto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 08:45:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-1211</guid>
		<description>Finalmente alguém falando minha língua, eu acho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na minha visão, os games, como verdadeiras obras de arte interativa precisam abandonar os clichês e arquétipos hoje vigentes. O problema disso é que ao fazê-lo, simplesmente será necessário reinventar a linguagem pois precisaria-se abandonar todos os conceitos que foram criados ao longo do pouco tempo de vida da mídia desde seus primórdios e que nesse momento a limitam.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O que existe hoje é a perpetuação do mais do mesmo, o medo de ousar, de inovar de CRIAR de fato algo novo. Isso acontece pois a indústria é muito fechada e amparada numa bolha econômica que depende do lucro e crescimento baseada em altos custos para se manter viável. Isso engessa as possibilidades e castra o potencial maravilhoso e, por que não, infinito que uma mídia interativa possui. Enquanto games forem sinônimos de apenas jogos com necessidade de haver desafio e competição, a arte não poderá emergir em obras que ignoram que a vida é muito mais que somar pontos ou zerar uma narrativa baseada em obstáculos a serem superados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por isso eu acredito que no atual cenário, o nascimento de uma obra com essa desconstrução estrutural, tem mais facilidade de vir da cena independente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Parabéns pelo post, ele é tão profundo que confesso ainda não ter assimilado plenamente tudo que foi escrito e isso é ótimo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tocando piano, sabendo escrever, programar e ainda tendo sensibilidade, você tem tudo para ser uma das pioneiras na criação de conteúdo verdadeiramente relevante nessa indústria. E pelo ideal e vontade que vi nesse post, torço muito por que isso aconteça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por favor Cindy, não desista pelos motivos que você disse, essa mídia é tão maravilhosa por causa disso, tudo que você falou pode ser feito nessa ferramenta onde tudo converge magicamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente alguém falando minha língua, eu acho.</p>
<p>Na minha visão, os games, como verdadeiras obras de arte interativa precisam abandonar os clichês e arquétipos hoje vigentes. O problema disso é que ao fazê-lo, simplesmente será necessário reinventar a linguagem pois precisaria-se abandonar todos os conceitos que foram criados ao longo do pouco tempo de vida da mídia desde seus primórdios e que nesse momento a limitam.</p>
<p>O que existe hoje é a perpetuação do mais do mesmo, o medo de ousar, de inovar de CRIAR de fato algo novo. Isso acontece pois a indústria é muito fechada e amparada numa bolha econômica que depende do lucro e crescimento baseada em altos custos para se manter viável. Isso engessa as possibilidades e castra o potencial maravilhoso e, por que não, infinito que uma mídia interativa possui. Enquanto games forem sinônimos de apenas jogos com necessidade de haver desafio e competição, a arte não poderá emergir em obras que ignoram que a vida é muito mais que somar pontos ou zerar uma narrativa baseada em obstáculos a serem superados.</p>
<p>Por isso eu acredito que no atual cenário, o nascimento de uma obra com essa desconstrução estrutural, tem mais facilidade de vir da cena independente.</p>
<p>Parabéns pelo post, ele é tão profundo que confesso ainda não ter assimilado plenamente tudo que foi escrito e isso é ótimo.</p>
<p>Tocando piano, sabendo escrever, programar e ainda tendo sensibilidade, você tem tudo para ser uma das pioneiras na criação de conteúdo verdadeiramente relevante nessa indústria. E pelo ideal e vontade que vi nesse post, torço muito por que isso aconteça.</p>
<p>Por favor Cindy, não desista pelos motivos que você disse, essa mídia é tão maravilhosa por causa disso, tudo que você falou pode ser feito nessa ferramenta onde tudo converge magicamente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filippe Barreto</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-982</link>
		<dc:creator>Filippe Barreto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 04:45:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-982</guid>
		<description>Finalmente alguém falando minha língua, eu acho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na minha visão, os games, como verdadeiras obras de arte interativa precisam abandonar os clichês e arquétipos hoje vigentes. O problema disso é que ao fazê-lo, simplesmente será necessário reinventar a linguagem pois precisaria-se abandonar todos os conceitos que foram criados ao longo do pouco tempo de vida da mídia desde seus primórdios e que nesse momento a limitam.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O que existe hoje é a perpetuação do mais do mesmo, o medo de ousar, de inovar de CRIAR de fato algo novo. Isso acontece pois a indústria é muito fechada e amparada numa bolha econômica que depende do lucro e crescimento baseada em altos custos para se manter viável. Isso engessa as possibilidades e castra o potencial maravilhoso e, por que não, infinito que uma mídia interativa possui. Enquanto games forem sinônimos de apenas jogos com necessidade de haver desafio e competição, a arte não poderá emergir em obras que ignoram que a vida é muito mais que somar pontos ou zerar uma narrativa baseada em obstáculos a serem superados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por isso eu acredito que no atual cenário, o nascimento de uma obra com essa desconstrução estrutural, tem mais facilidade de vir da cena independente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Parabéns pelo post, ele é tão profundo que confesso ainda não ter assimilado plenamente tudo que foi escrito e isso é ótimo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tocando piano, sabendo escrever, programar e ainda tendo sensibilidade, você tem tudo para ser uma das pioneiras na criação de conteúdo verdadeiramente relevante nessa indústria. E pelo ideal e vontade que vi nesse post, torço muito por que isso aconteça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por favor Cindy, não desista pelos motivos que você disse, essa mídia é tão maravilhosa por causa disso, tudo que você falou pode ser feito nessa ferramenta onde tudo converge magicamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente alguém falando minha língua, eu acho.</p>
<p>Na minha visão, os games, como verdadeiras obras de arte interativa precisam abandonar os clichês e arquétipos hoje vigentes. O problema disso é que ao fazê-lo, simplesmente será necessário reinventar a linguagem pois precisaria-se abandonar todos os conceitos que foram criados ao longo do pouco tempo de vida da mídia desde seus primórdios e que nesse momento a limitam.</p>
<p>O que existe hoje é a perpetuação do mais do mesmo, o medo de ousar, de inovar de CRIAR de fato algo novo. Isso acontece pois a indústria é muito fechada e amparada numa bolha econômica que depende do lucro e crescimento baseada em altos custos para se manter viável. Isso engessa as possibilidades e castra o potencial maravilhoso e, por que não, infinito que uma mídia interativa possui. Enquanto games forem sinônimos de apenas jogos com necessidade de haver desafio e competição, a arte não poderá emergir em obras que ignoram que a vida é muito mais que somar pontos ou zerar uma narrativa baseada em obstáculos a serem superados.</p>
<p>Por isso eu acredito que no atual cenário, o nascimento de uma obra com essa desconstrução estrutural, tem mais facilidade de vir da cena independente.</p>
<p>Parabéns pelo post, ele é tão profundo que confesso ainda não ter assimilado plenamente tudo que foi escrito e isso é ótimo.</p>
<p>Tocando piano, sabendo escrever, programar e ainda tendo sensibilidade, você tem tudo para ser uma das pioneiras na criação de conteúdo verdadeiramente relevante nessa indústria. E pelo ideal e vontade que vi nesse post, torço muito por que isso aconteça.</p>
<p>Por favor Cindy, não desista pelos motivos que você disse, essa mídia é tão maravilhosa por causa disso, tudo que você falou pode ser feito nessa ferramenta onde tudo converge magicamente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: dipnlik</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-1210</link>
		<dc:creator>dipnlik</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 16:41:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-1210</guid>
		<description>Eu acho que já temos grandes clássicos do videogame sim.  Ainda não joguei Okami mas já vi muita gente falando que é arte basicamente porque é bonito, daí não concordo.  Agora se pegar um Final Fantasy 6 ou um Chrono Trigger por exemplo, não dá pra dizer que não são maduros o suficiente para não serem considerados clássicos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que já temos grandes clássicos do videogame sim.  Ainda não joguei Okami mas já vi muita gente falando que é arte basicamente porque é bonito, daí não concordo.  Agora se pegar um Final Fantasy 6 ou um Chrono Trigger por exemplo, não dá pra dizer que não são maduros o suficiente para não serem considerados clássicos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: dipnlik</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-989</link>
		<dc:creator>dipnlik</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 10:41:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-989</guid>
		<description>Eu acho que já temos grandes clássicos do videogame sim.  Ainda não joguei Okami mas já vi muita gente falando que é arte basicamente porque é bonito, daí não concordo.  Agora se pegar um Final Fantasy 6 ou um Chrono Trigger por exemplo, não dá pra dizer que não são maduros o suficiente para não serem considerados clássicos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que já temos grandes clássicos do videogame sim.  Ainda não joguei Okami mas já vi muita gente falando que é arte basicamente porque é bonito, daí não concordo.  Agora se pegar um Final Fantasy 6 ou um Chrono Trigger por exemplo, não dá pra dizer que não são maduros o suficiente para não serem considerados clássicos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AyPyCy</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-1209</link>
		<dc:creator>AyPyCy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 05:39:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-1209</guid>
		<description>Muito bom o texto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acho (eu+meio mundo) que arte é algo que comove e emociona, conseguimos isso com música, cinema, pintura... mas games não (salvo raríssimas excessões).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma das minhas teorias para isso é que dificilmente nos emocionamos quando fazemos algo, exceto que seja algo muito forte, mas no cotidiano é dificil nos emocionar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Como nos games sempre &quot;fazemos algo&quot;, ou seja, estamos imersos ou envolvidos com a ação, acabamos não nos emocionando, assim como não nos emocionamos no dia-a-dia com coisas cotidianas. Sei lá, acho que quando o cerebro não esta passivo, apenas recebendo informações, mas esta ocupado na execução de algo, ele deve limitar nossa emoção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas é um assunto muito interessante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto.</p>
<p>Acho (eu+meio mundo) que arte é algo que comove e emociona, conseguimos isso com música, cinema, pintura&#8230; mas games não (salvo raríssimas excessões).</p>
<p>Uma das minhas teorias para isso é que dificilmente nos emocionamos quando fazemos algo, exceto que seja algo muito forte, mas no cotidiano é dificil nos emocionar. </p>
<p>Como nos games sempre &#8220;fazemos algo&#8221;, ou seja, estamos imersos ou envolvidos com a ação, acabamos não nos emocionando, assim como não nos emocionamos no dia-a-dia com coisas cotidianas. Sei lá, acho que quando o cerebro não esta passivo, apenas recebendo informações, mas esta ocupado na execução de algo, ele deve limitar nossa emoção.</p>
<p>Mas é um assunto muito interessante.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miwi</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-1208</link>
		<dc:creator>miwi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 00:01:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-1208</guid>
		<description>Já te adicionei no meu blogroll! :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já te adicionei no meu blogroll! <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AyPyCy</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-985</link>
		<dc:creator>AyPyCy</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:39:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-985</guid>
		<description>Muito bom o texto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acho (eu+meio mundo) que arte é algo que comove e emociona, conseguimos isso com música, cinema, pintura... mas games não (salvo raríssimas excessões).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma das minhas teorias para isso é que dificilmente nos emocionamos quando fazemos algo, exceto que seja algo muito forte, mas no cotidiano é dificil nos emocionar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Como nos games sempre &quot;fazemos algo&quot;, ou seja, estamos imersos ou envolvidos com a ação, acabamos não nos emocionando, assim como não nos emocionamos no dia-a-dia com coisas cotidianas. Sei lá, acho que quando o cerebro não esta passivo, apenas recebendo informações, mas esta ocupado na execução de algo, ele deve limitar nossa emoção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas é um assunto muito interessante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto.</p>
<p>Acho (eu+meio mundo) que arte é algo que comove e emociona, conseguimos isso com música, cinema, pintura&#8230; mas games não (salvo raríssimas excessões).</p>
<p>Uma das minhas teorias para isso é que dificilmente nos emocionamos quando fazemos algo, exceto que seja algo muito forte, mas no cotidiano é dificil nos emocionar. </p>
<p>Como nos games sempre &#8220;fazemos algo&#8221;, ou seja, estamos imersos ou envolvidos com a ação, acabamos não nos emocionando, assim como não nos emocionamos no dia-a-dia com coisas cotidianas. Sei lá, acho que quando o cerebro não esta passivo, apenas recebendo informações, mas esta ocupado na execução de algo, ele deve limitar nossa emoção.</p>
<p>Mas é um assunto muito interessante.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miwi</title>
		<link>http://diskchocolate.com/blog/2008/11/11/videogames-sao-arte/comment-page-1/#comment-984</link>
		<dc:creator>miwi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 18:01:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diskchocolate.com/blog/?p=501#comment-984</guid>
		<description>Já te adicionei no meu blogroll! :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já te adicionei no meu blogroll! <img src='http://diskchocolate.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
